Tuesday, May 29, 2007

Eu Safin, ela Lapenti

Lembrei-me agora, em época de Roland Garros (já sonhei que era pedida em casamento na grande final do torneio), da fase em que eu e a minha hermanita (saudades suas!) tínhamos nossos tenistas favoritos para torcer ao longo do ano e tentar aliviar os momentos de tensão ou de tédio que rondava nossa rotina diária de repórteres online.

Eu era fã do Safin, ela do Lapenti (tal como no título desse post) e passávamos os tempos livres buscando informações sobre eles para abastecer nossas cacholas jovens e frescas do mundo da comunicação e da imprensa. Era adorável. Ter outra pessoa com idéias tão divertidas para dividir, fofocas de trabalho, pessoais e dos tenistas-ídolos para nos fazer rir ao longo do dia.

Diversão saudável. Acho que falta isso agora no ambiente atual de trabalho. Não é que não existam pessoas adoráveis também com quem trabalho ou que não tenhamos nossos momentos de diversão. Mas a responsabilidade é outra e nem sempre as pessoas se lembram que é preciso rir para sermos melhores.

E digo melhores da maneira mais "humana" possível. Pois acho que rindo e se divertindo você contagia o outro, você realmente percebe as sutis felicidades cotidianas. Elas estão, seguramente, armazenadas nas coisas mais simples e bestas do seu dia. Não espero que a felicidade chegue a mim embrulhada para presente em uma caixa gigante.

Ela está escondidinha, feito quebra-cabeça pronta para você juntar pedaço por pedaço e ver que é só isso mesmo. Sem embrulhos ou frescurinhas: simplesmente ela está pronta para você! Aonde menos esperar.

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