This could possibly be the most stupid and lame post I could ever right in this blog. What I won´t give up the idea of writing it.
I am feeling so low right now, which I shouldn´t once I have everything I worked for happening just like I wanted. But, life is unpredictable as always and I couldn´t foresee people's reactions toward the news.
I know that we need constant improvement, that is called evolution, yada yada yada, but it feels so much worst than it should. Seems like everyday, when I drive home, I screwed up most of my day. I don´t want to feel like it. G'd !!
Tuesday, July 31, 2007
Monday, July 30, 2007
Mondo cane
Que notícia é essa. Pelo amor de Deus. Não sei honestamente o que é pior, se é a morte de um bebê inocente ou o fato de termos uma outra criança, só que maiorizinha, com quatro filhos.
Mãe vai a boate, e bebê morre sozinho em casa em Alagoas
Um bebê de sete meses foi encontrado morto dentro de uma casa no bairro da Jatiúca, zona norte de Maceió. De acordo com a Polícia Militar de Alagoas, o garoto havia sido abandonado pela mãe, Tatiana Evelin de Sousa Sena, 18.Em depoimento, a mãe do bebê disse que alimentou o bebê por volta de 1h do domingo e saiu para uma boate em Jaraguá. Quando ela voltou, ele tinha morrido, disse.
Tatiana foi detida acusada de abandono de pessoa incapaz e conduzida à Delegacia de Plantão 3, no bairro de Jaraguá. Segundo os policiais que efetuaram a prisão, ela tentou reagir e, com o tio Antônio Marcos Ferreira da Silva, 22, tentou agredir os soldados.
O corpo do bebê foi levado ao Instituto Médico Legal Estácio de Lima para que fosse determinada a causa da morte. Após a necropsia, o cadáver deve ser liberado para o sepultamento. O bebê era o quarto filho de Tatiana.
Mãe vai a boate, e bebê morre sozinho em casa em Alagoas
Um bebê de sete meses foi encontrado morto dentro de uma casa no bairro da Jatiúca, zona norte de Maceió. De acordo com a Polícia Militar de Alagoas, o garoto havia sido abandonado pela mãe, Tatiana Evelin de Sousa Sena, 18.Em depoimento, a mãe do bebê disse que alimentou o bebê por volta de 1h do domingo e saiu para uma boate em Jaraguá. Quando ela voltou, ele tinha morrido, disse.
Tatiana foi detida acusada de abandono de pessoa incapaz e conduzida à Delegacia de Plantão 3, no bairro de Jaraguá. Segundo os policiais que efetuaram a prisão, ela tentou reagir e, com o tio Antônio Marcos Ferreira da Silva, 22, tentou agredir os soldados.
O corpo do bebê foi levado ao Instituto Médico Legal Estácio de Lima para que fosse determinada a causa da morte. Após a necropsia, o cadáver deve ser liberado para o sepultamento. O bebê era o quarto filho de Tatiana.
What goes around comes around
Lembro-me de uma colega de turma da faculdade que era, até certo ponto, mal entendida por todos. Baixinha e folgada, ela tinha o hábito de se julgar superior e se auto-entitulava mais sofisticada (oops, melhor dizendo Hype) que os demais.
E isso acabou criando alguns blocos de amizade. Tinham aqueles que a apoiavam e outros tantos, nos quais eu estava no meio (na época não liderava nada -- e talvez tampouco o faça hoje) que a achavam patética. Tanto que em certa época, fizemos algumas sacanagens com ela.
Pensando bem, oq me incomodava nela era o tom superior que ela tinha que era injustificado. Quem se torna superior, quem tem um ar superior mas tem motivos por isso é bárbaro na minha opinião. Olha só que legal, é genuíno o perfil e a atitude da pessoa. Só que com essa garota não era. Era falso, imposto e irreal. Talvez fosse uma tentativa para ela sentir mais segura e ganhar amigos na aula. Quem sabe onde ela está atualmente -- será que trabalha, ganha bem, é bem sucedida ou feliz/
Hoje em dia, não posso ser sacana com algumas pessoas. Bem, se fosse uma pessoa do bem, não sacaneria ninguém, mas sou apenas humana e falha. Só que há uma pessoa que anda me incomodando para caramba. Pelo tom de superioridade que tenta impor.
Querida, não somos superiores a ninguém, só que nesse exato momento, queiramos ou não, eu estou em um cargo acima do seu. E nem se eu pudesse ou quisesse, não conseguiria colocar um ar de sabidona ou de dona suprema da verdade e do conhecimento. Então, pode parar com esse jogo de mind power pois está acabando com nós duas, e a verdade é que nele, não há vencedores.
E lembre-se, what goes around, comes around. Nem ouse brincar ou mexer comigo se não quiser enfrentar o que pode aparecer no seu caminho. Lembre-se do recado sempre que tentar me sacanear.
E isso acabou criando alguns blocos de amizade. Tinham aqueles que a apoiavam e outros tantos, nos quais eu estava no meio (na época não liderava nada -- e talvez tampouco o faça hoje) que a achavam patética. Tanto que em certa época, fizemos algumas sacanagens com ela.
Pensando bem, oq me incomodava nela era o tom superior que ela tinha que era injustificado. Quem se torna superior, quem tem um ar superior mas tem motivos por isso é bárbaro na minha opinião. Olha só que legal, é genuíno o perfil e a atitude da pessoa. Só que com essa garota não era. Era falso, imposto e irreal. Talvez fosse uma tentativa para ela sentir mais segura e ganhar amigos na aula. Quem sabe onde ela está atualmente -- será que trabalha, ganha bem, é bem sucedida ou feliz/
Hoje em dia, não posso ser sacana com algumas pessoas. Bem, se fosse uma pessoa do bem, não sacaneria ninguém, mas sou apenas humana e falha. Só que há uma pessoa que anda me incomodando para caramba. Pelo tom de superioridade que tenta impor.
Querida, não somos superiores a ninguém, só que nesse exato momento, queiramos ou não, eu estou em um cargo acima do seu. E nem se eu pudesse ou quisesse, não conseguiria colocar um ar de sabidona ou de dona suprema da verdade e do conhecimento. Então, pode parar com esse jogo de mind power pois está acabando com nós duas, e a verdade é que nele, não há vencedores.
E lembre-se, what goes around, comes around. Nem ouse brincar ou mexer comigo se não quiser enfrentar o que pode aparecer no seu caminho. Lembre-se do recado sempre que tentar me sacanear.
Friday, July 06, 2007
Temas intrigantes
Alguns temas estão me atrasando o sono em uma adorável noite de sexta-feira e me motivam a entrar na internet para debater, expor e colocar a público o que anda zanzando na minha cabeça.
Em primeiro lugar é que diabos acontece com o futebol no Brasil. Quem colocou o Dunga como técnico da seleção?? Por que ele escala um time cheio de zaga em um jogo que se precisa ganhar, como foi no caso do misero jogo em que o gol de penalti do Robinho foi o salvador??
Será que o mundo parou, a rotação da Terra teve alguma significativa mudança hoje, nessa sexta-feira quase mística, quando o Brasil (seleção sub 20) perdeu de 2X1 para os EUA!! Fiquei chocada ao assistir o jogo. Muitas das cobranças do goleiro americano foram feitas pelo zagueiro. Como assim!! Pára tudo!! O que acontece com o goleiro...tentei descobrir se ele não conseguia bater uma bola a média ou a longa distância, mas não consegui. Um completo enigma.
Talvez enigma maior seja o email randônico recebido hoje (daqueles modelos spam de apresentações filosóficas e com mensagens super positivas e blá blá blá com música cafona, bichinhos e bebês fofos...etc) de um conhecido que já era quase desconhecido assinando o seu nome completo e abaixo colocando seu "título". DJ.
ARGHHHHHHHHH -- a interlocução serve tanto para imaginar que tipo de DJ ele terá se tornado como para todo o resto que se imagina para tentar criar uma linha racional e lógica para conceber o fato de que o ser humano partiu de uma carreira considera mais estável e de um perfil de vida similar para uma vida e rotina de DJ!!
Bom....chega de ficar imaginando situações bizarras. Até a próxima e aguardem meu retorno das férias para ver como irei sobreviver!
Em primeiro lugar é que diabos acontece com o futebol no Brasil. Quem colocou o Dunga como técnico da seleção?? Por que ele escala um time cheio de zaga em um jogo que se precisa ganhar, como foi no caso do misero jogo em que o gol de penalti do Robinho foi o salvador??
Será que o mundo parou, a rotação da Terra teve alguma significativa mudança hoje, nessa sexta-feira quase mística, quando o Brasil (seleção sub 20) perdeu de 2X1 para os EUA!! Fiquei chocada ao assistir o jogo. Muitas das cobranças do goleiro americano foram feitas pelo zagueiro. Como assim!! Pára tudo!! O que acontece com o goleiro...tentei descobrir se ele não conseguia bater uma bola a média ou a longa distância, mas não consegui. Um completo enigma.
Talvez enigma maior seja o email randônico recebido hoje (daqueles modelos spam de apresentações filosóficas e com mensagens super positivas e blá blá blá com música cafona, bichinhos e bebês fofos...etc) de um conhecido que já era quase desconhecido assinando o seu nome completo e abaixo colocando seu "título". DJ.
ARGHHHHHHHHH -- a interlocução serve tanto para imaginar que tipo de DJ ele terá se tornado como para todo o resto que se imagina para tentar criar uma linha racional e lógica para conceber o fato de que o ser humano partiu de uma carreira considera mais estável e de um perfil de vida similar para uma vida e rotina de DJ!!
Bom....chega de ficar imaginando situações bizarras. Até a próxima e aguardem meu retorno das férias para ver como irei sobreviver!
Wednesday, July 04, 2007
De ferias
Eu sei que já disse mil vezes que trabalhar é bom, que me realiza mentalmente, que me estimula, etc. O que não havia dito antes, e talvez seja porque não tenha experimentado com tanta frequência é que as férias são o máximo.
É divertido não ter o que fazer. É ótimo não ter agenda, programação, compromisso, etc. Acordar a hora que quiser, arrumar a casa, as suas coisas, a sua vida enfim. Talvez esteja gostando tanto disso que terei trabalho quando voltar à rotina. Terei que me re-acostumar a ter cobranças e a aprender a cobrar, a ser cada dia melhor e fazer as coisas acontecerem.
E o melhor, estou com tempo de ler, de fazer o que gosto, ser mais bacana e relaxada com as pessoas que mais merecem esse meu status mais gentil, atencioso e delicado. Enfim..viva las ferias
É divertido não ter o que fazer. É ótimo não ter agenda, programação, compromisso, etc. Acordar a hora que quiser, arrumar a casa, as suas coisas, a sua vida enfim. Talvez esteja gostando tanto disso que terei trabalho quando voltar à rotina. Terei que me re-acostumar a ter cobranças e a aprender a cobrar, a ser cada dia melhor e fazer as coisas acontecerem.
E o melhor, estou com tempo de ler, de fazer o que gosto, ser mais bacana e relaxada com as pessoas que mais merecem esse meu status mais gentil, atencioso e delicado. Enfim..viva las ferias
Thursday, June 21, 2007
Wednesday, June 20, 2007
Sem essa
Estou há dois dias das minhas férias. Míseros, mas maravilhosos 15 dias de distância de computadores, e-mails, notícias do mundo corporativo, sem gerenciamento de crises ou demandas esdrúxulas por parte de colegas. Na tentativa de diminuir minha felicidade, saiu hoje no site G1 uma notícia com pesquisa sobre as profissões mais complicadas e infelizes dos tempos modernos. A abertura da notícia é: A revista norte-americana “Pop Science” publicou nesta semana sua lista anual dos piores trabalhos que uma pessoa pode fazer na área de ciências. “Saudamos os homens e mulheres que realizam funções para as quais não existe um salário adequado”. Para ler mais, clique aqui . Obviamente jornlaismo e assessoria de imprensa não estavam nessa lista. E sim, estavam os rofissionais de segurança da Microsoft, oceonografos, entomologista forense, testador de anti dopping. etc. Em outro ponto relacionado a profissões, essa semana fiz um teste completo na academia, em que eram medidas minha condição física, flexibilidade, peso, altura, saúde, capacidade de absorção de oxigênio durante esforço físico, etc. O profissional que faz esse tipo de teste, por si só, já pode lamentar da sua carreira, afinal não são Gisele Bundchens ou Fernanda Kellers que fazem esse tipo de análise, e sim gente mal humorada, estressada e acima do peso como eu. Mas a história era outra, para amenizar a situação ridícula rolou aquela conversinha informal de mundo moderno, correria do dia a dia, estresse, tensão, exigências da carreira, chefes pouco compreensivos, etc. E o rapaz me diz que a vida DELE é estressante!! Como assim? Amigo, você passa a manhã e tarde sentando em uma saleta estranha, conversa 15 minutos com pessoas, coloca um tubo de respiração na boca delas, aperta um botão para acelerar uma esteira, faz uma série de pedidos para medir a flexibilidade, manda alguém subir na balança mágica e isso é estressante?? Aonde vai parar esse mundo? Não sei e tenho medo da resposta, mas prometo só tentar descobrir daqui a 17 dias, quando voltar a esse mundinho cotidiano.
Friday, June 15, 2007
Lauryn Hill, a diva
Depois de duas horas de atraso, a Ms. Lauryn Hill (assim ela se auto-entitula) entra no palco do Tom Brasil para sua performance tão aguardada por uma multidão desesperada e apertada na pista. Eu, por estar a trabalho, estava um pouco menos apertada em um camarote cheio de gente vip (celebeldades de level A to Z).

Não que isso fosse sinônimo de prazer. Imagine ficar das 20:30 às 23:00 esperando ilustres coleguinhas chegarem para retirar o convite, programado para entrega às 21:30, pois em teoria o show iniciaria às 22h. E depois disso, ficar de pé tentando bancar a gentil e fingir que não está incomodada com o calor do lugar, com as pessoas te olhando estranho ou com o salto do sapato que está insuportavelmente alto naquele já tarde momento do dia.
Às 2:30 da matina, quando acaba o show, a diversão não pára. É preciso se desvencilhar de um velho bêbado chato e aguardar o executivo-mor presente se retirar do recinto, despedindo-se de todas da equipe com beijinhos no rosto. De quebra, deixo os comentários das demais coisas estranhas que ocorreram na ocasião: imagina ter "aulas" de dança (com direito a rebolado e mão sensual) com uma colega da Vila Brasilândia de Negra Li, ao nosso lado, a oportunidade de ver a W(V)anessa Camargo louca dançando feito uma minhoca no cio fazendo caras e bocas sexy para o marido e um rapaz nano arrasando na pista do camarote, com destaque para seu sex appeal com a mulherada. Pena que não conseguir tirar essa foto para o Lelê.
Monday, June 04, 2007
Te entendo

Tem dias em que nem com o melhor jogo e batalha em quadra, você sai ganhando a partida. Só que diferentemente de você , do seu patrocínio e do seu dinheiro não posso quebrar sete raquetes por jogo. Não consigo nem quebrar um lápis por dia.
Hoje é um desses dias. Por mais que me desdobre para revisar textos, acompanhar entrevistas, cobrar e incentivar pró-atividade, resolver problemas pessoais, ter momentos sérios e divertidos, não fui suficiente.
Ainda me olharam e afirmaram (ou, alguns, deixaram a entender) que fiz tudo errado! Já não sei mais. Não quero ficar revisando texto de quem separa sujeito do predicado ou que brinca de batalha naval com a pontuação dentro de um texto. Hoje é aquele dia que tudo o que quero é mudar de emprego. Ou de vida.
Wednesday, May 30, 2007
Ele perdeu
Obrigada
Obrigada por não ter perdido a paciência e a esperança comigo.
Não sei se teria conseguido chegar até aqui sem o seu apoio.
Pelo que estou passando hoje, por própria experiência, sei que não teria conseguido se estivesse no seu lugar. É duro lidar com gente cabeça oca e que detesta estar errada. Hoje entendi tudo o que fez por mim.
Não sei se teria conseguido chegar até aqui sem o seu apoio.
Pelo que estou passando hoje, por própria experiência, sei que não teria conseguido se estivesse no seu lugar. É duro lidar com gente cabeça oca e que detesta estar errada. Hoje entendi tudo o que fez por mim.
Tuesday, May 29, 2007
Eu Safin, ela Lapenti
Lembrei-me agora, em época de Roland Garros (já sonhei que era pedida em casamento na grande final do torneio), da fase em que eu e a minha hermanita (saudades suas!) tínhamos nossos tenistas favoritos para torcer ao longo do ano e tentar aliviar os momentos de tensão ou de tédio que rondava nossa rotina diária de repórteres online.
Eu era fã do Safin, ela do Lapenti (tal como no título desse post) e passávamos os tempos livres buscando informações sobre eles para abastecer nossas cacholas jovens e frescas do mundo da comunicação e da imprensa. Era adorável. Ter outra pessoa com idéias tão divertidas para dividir, fofocas de trabalho, pessoais e dos tenistas-ídolos para nos fazer rir ao longo do dia.
Diversão saudável. Acho que falta isso agora no ambiente atual de trabalho. Não é que não existam pessoas adoráveis também com quem trabalho ou que não tenhamos nossos momentos de diversão. Mas a responsabilidade é outra e nem sempre as pessoas se lembram que é preciso rir para sermos melhores.
E digo melhores da maneira mais "humana" possível. Pois acho que rindo e se divertindo você contagia o outro, você realmente percebe as sutis felicidades cotidianas. Elas estão, seguramente, armazenadas nas coisas mais simples e bestas do seu dia. Não espero que a felicidade chegue a mim embrulhada para presente em uma caixa gigante.
Ela está escondidinha, feito quebra-cabeça pronta para você juntar pedaço por pedaço e ver que é só isso mesmo. Sem embrulhos ou frescurinhas: simplesmente ela está pronta para você! Aonde menos esperar.
Eu era fã do Safin, ela do Lapenti (tal como no título desse post) e passávamos os tempos livres buscando informações sobre eles para abastecer nossas cacholas jovens e frescas do mundo da comunicação e da imprensa. Era adorável. Ter outra pessoa com idéias tão divertidas para dividir, fofocas de trabalho, pessoais e dos tenistas-ídolos para nos fazer rir ao longo do dia.
Diversão saudável. Acho que falta isso agora no ambiente atual de trabalho. Não é que não existam pessoas adoráveis também com quem trabalho ou que não tenhamos nossos momentos de diversão. Mas a responsabilidade é outra e nem sempre as pessoas se lembram que é preciso rir para sermos melhores.
E digo melhores da maneira mais "humana" possível. Pois acho que rindo e se divertindo você contagia o outro, você realmente percebe as sutis felicidades cotidianas. Elas estão, seguramente, armazenadas nas coisas mais simples e bestas do seu dia. Não espero que a felicidade chegue a mim embrulhada para presente em uma caixa gigante.
Ela está escondidinha, feito quebra-cabeça pronta para você juntar pedaço por pedaço e ver que é só isso mesmo. Sem embrulhos ou frescurinhas: simplesmente ela está pronta para você! Aonde menos esperar.
Tuesday, May 15, 2007
Família para quê?
Sabe aquela semana em que você fica a um passo de pedir demissão, fugir para algum lugar distante e se tornar uma eremita sem contato com o mundo ou com qualquer ser humano que tenha passado pela sua vida ou que atualmente faça parte dele?
Pois é. Semana passada foi essa. E para coroar, no final de semana descobri que família é tudo igual. Uma merda. Fui vítima (e não estou sendo fatalista não) de pessoas e de motivos egoístas que conseguiram arruinar todo um fim de semana e praticamente desunir toda uma família??
Foi a gota d´água em alguns aspectos. Literalmente perdi o meu ponto de referência. Caíram alguns ídolos. Foi muito triste.
Pois é. Semana passada foi essa. E para coroar, no final de semana descobri que família é tudo igual. Uma merda. Fui vítima (e não estou sendo fatalista não) de pessoas e de motivos egoístas que conseguiram arruinar todo um fim de semana e praticamente desunir toda uma família??
Foi a gota d´água em alguns aspectos. Literalmente perdi o meu ponto de referência. Caíram alguns ídolos. Foi muito triste.
Thursday, May 03, 2007
Muda de faixa
Não sou a pessoa mais fácil e meiga de se conviver, mas também reconheço que há casos piores.
Que tal uma pessoa escutar a mesma e única música depressiva todos os dias, 5 horas seguidas, para ter inspiração?
Detalhe: enquanto a inspiração não chega ao cérebro, esse ser humano desfruta de mais horas livres do que pode realizar fumando, paquerando colegas de trabalho, repassando a lição de casa dos filhos ou falando besteiras escatológicas por telefone.
Hoje chegou ao meu limite -- me segurem para não sair por aí atirando o CD no lixo. Vou tentar a respiração "aquática" da yoga. 5.....4.......3.......2.........1
Que tal uma pessoa escutar a mesma e única música depressiva todos os dias, 5 horas seguidas, para ter inspiração?
Detalhe: enquanto a inspiração não chega ao cérebro, esse ser humano desfruta de mais horas livres do que pode realizar fumando, paquerando colegas de trabalho, repassando a lição de casa dos filhos ou falando besteiras escatológicas por telefone.
Hoje chegou ao meu limite -- me segurem para não sair por aí atirando o CD no lixo. Vou tentar a respiração "aquática" da yoga. 5.....4.......3.......2.........1
Wednesday, May 02, 2007
Los quiero matar
Depois de passar parte do meu feriado de Dia do Trabalho (no qual, em teoria os trabalhadores descansam e são homenageados com eventos populares e populescos que jamais participarei) trabalhando, recebo hoje um feedback do texto.
Aliás, o texto não era designação minha, não está no meu "job description' (estou aprendendo a gostar dessa palavra) e realmente não vou ganhar um centavo a mais por ele. Independente disso tudo, os comentários do texto -- divididos entre as duas pessoas que me pediram isso -- são conflitantes.
Uma faz tanto bronzeamento artificial que se esquece de ser educada diariamante e tem o cérebro tão fritado que acha que sabe escrever. Pena que os curtos diálogos cheios de gíria em IMs não contam, né, cenourinha??
Já a outra, meio mãezona de toda uma área, tem toda a história na cabeça e me obriga a escrever com base no que eu não sei e muito menos conseguiria contextualizar. Em dias como esses, tenho a certeza que não poderia possuir armas de fogo, pois mataria com facilidade e sem remorso.
Por prezar muito minha liberdade, engulo (mal engulido) os comentários e tento refazer da melhor forma possível, tentando no meio do caminho ser simpática. Não sou adorável?
Aliás, o texto não era designação minha, não está no meu "job description' (estou aprendendo a gostar dessa palavra) e realmente não vou ganhar um centavo a mais por ele. Independente disso tudo, os comentários do texto -- divididos entre as duas pessoas que me pediram isso -- são conflitantes.
Uma faz tanto bronzeamento artificial que se esquece de ser educada diariamante e tem o cérebro tão fritado que acha que sabe escrever. Pena que os curtos diálogos cheios de gíria em IMs não contam, né, cenourinha??
Já a outra, meio mãezona de toda uma área, tem toda a história na cabeça e me obriga a escrever com base no que eu não sei e muito menos conseguiria contextualizar. Em dias como esses, tenho a certeza que não poderia possuir armas de fogo, pois mataria com facilidade e sem remorso.
Por prezar muito minha liberdade, engulo (mal engulido) os comentários e tento refazer da melhor forma possível, tentando no meio do caminho ser simpática. Não sou adorável?
Friday, April 27, 2007
Nada com um Shakespeare
"All the world's a stage,And all the men and women merely players.They have their exits and their entrances,And one man in his time plays many parts,His acts being seven ages."
--Da peça As You Like It
Vai para quem importa ler isso.
--Da peça As You Like It
Vai para quem importa ler isso.
Wednesday, April 25, 2007
Permitir a si mesma
Prometi a mim mesma que ontem, mesmo que você chegasse mal humorado em casa, tarde, reclamasse do jantar ou da maneira em que manuseio uma faca -- provavelmente o modelo errado para o corte ou o alimento que planejo esquartejar -- não reclamaria.
E deu certo. Meu dia tinha sido tão cansativo, estressante que me permiti deixar tudo isso do lado de fora da porta. Adorei jantar com você, ficar jogando conversa fora até tarde da noite, e nos recolhermos para dormir. Acho que é isso que você tem em mente quando imagina uma família feliz e bem estruturada né?
Gostei da idéia. Vou me esforçar para ser assim mais vezes. Te amo.
E deu certo. Meu dia tinha sido tão cansativo, estressante que me permiti deixar tudo isso do lado de fora da porta. Adorei jantar com você, ficar jogando conversa fora até tarde da noite, e nos recolhermos para dormir. Acho que é isso que você tem em mente quando imagina uma família feliz e bem estruturada né?
Gostei da idéia. Vou me esforçar para ser assim mais vezes. Te amo.
Tuesday, April 24, 2007
Culturalmente pouco evoluída
Talvez minha paixão por música desconhecida e de gosto duvidável pode estar baseada no fato de eu ser culturalmente pouco evoluída. Explico melhor: ontem voltando tarde da noite do trabalho, sintonizei a rádio do carro em uma estação com música calma, tranquila, para não chegar tão "pilhada" em casa.
Um programa sobre música nacional estava no ar, com duas novas cantoras da MPB, aparentemente as novas divas. Dei-me a chance de conhecer algo novo, saborear e experimentar novos sons. Mas não tive sucesso. Uma delas cantava uma nova versão daquela música "Copacabana, princesinha do mar... la la lala". Só que não era uma melodia. Era uma voz com sotaque extremamente carioca declamando um poema quando de vez em quando tocava um som de instrumento no meio do caminho para tentar soar como uma música.
Já a música da outra cantora tinha instrumentos e harmonia, mas não decolou. A composição era linda, a letra mais ainda (afinal sei que o português é uma das línguas mais apaixonantes e melódicas para se escrever, ouvir ou ler) só que não agradou meus ouvidos.
Queria MESMO ser mais evoluída nesse quesito, ser capaz de absorver o que mentalmente e didaticamente sei sobre a importância da MPB, da bossa nova, e incorporar esses conceitos no meu mundo musical. Mas faltam alguns anos luz para isso.
Um programa sobre música nacional estava no ar, com duas novas cantoras da MPB, aparentemente as novas divas. Dei-me a chance de conhecer algo novo, saborear e experimentar novos sons. Mas não tive sucesso. Uma delas cantava uma nova versão daquela música "Copacabana, princesinha do mar... la la lala". Só que não era uma melodia. Era uma voz com sotaque extremamente carioca declamando um poema quando de vez em quando tocava um som de instrumento no meio do caminho para tentar soar como uma música.
Já a música da outra cantora tinha instrumentos e harmonia, mas não decolou. A composição era linda, a letra mais ainda (afinal sei que o português é uma das línguas mais apaixonantes e melódicas para se escrever, ouvir ou ler) só que não agradou meus ouvidos.
Queria MESMO ser mais evoluída nesse quesito, ser capaz de absorver o que mentalmente e didaticamente sei sobre a importância da MPB, da bossa nova, e incorporar esses conceitos no meu mundo musical. Mas faltam alguns anos luz para isso.
Monday, April 02, 2007
Programas ruins
Não sei quem um dia disse que TV aberta era boa. Em nenhum país do mundo, os canais e programas de televisão se propoem a ser bons. Educativos, inteligentes. Nada. É só ser comercialmente lucrativo, ou seja, produção barata com muita entrada de dinheiro de merchandising ou comerciais.
E o povo assiste. Não só eu, você, o dono do restaurante mais badalado e caro da cidade como aquele retirante que acaba de desembarcar na cidade grande e comprou no crediário uma televisão a cores de um tamanho quase tão grande quanto a casa/barraco em que mora. É unânime. Hora ou outra, você vai assisitr e se deparar com um programa chiclete. Por mais que não queira, você insiste em dar uma segunda olhada no canal.
Os programas são ruins, apelativos e tudo mundo sabe. Não tem como fugir da regra de mulheres bonitas de pouca roupa, apresentador carismático mas sem conteúdo, convidados boçais que vêem no programa uma plataforma para voar mais longe no mundo do showbiz (nem sempre dá certo né), apresentações musicais sofríveis mas que são do gosto populesco.
Só que às vezes, isso é apelativo por demais. Hoje, por exemplo, tive que assistir ao dia de noiva e do noivo, além de cenas íntimas do casamento da Ana Maria Braga. Achei um pouco demais. Não tinha sido convidada para a festa, não tinha interesse em ser ou de ver a cerimônia, ou quitutes oferecidos, muito menos da lista de celebeldades convidadas. Isso, eu folheio enquanto estou no cabelereiro nos fins de semana. Sem pretensão de ser uma literatura apurada. São fotos que viro a cada folha de revista torcendo para não borrar a minha unha recém feita.
E hoje mesmo teve uma apresentação pior. Imagine um debate na TV, em um programa matinal, sobre gaguice. Com dois gagos tentando narrar como é viver desta forma. Sem condições. Não consegui assistir nem a 7 minutos de programação. Foi lamentável. Beirou o hilário e o ridículo.
E o povo assiste. Não só eu, você, o dono do restaurante mais badalado e caro da cidade como aquele retirante que acaba de desembarcar na cidade grande e comprou no crediário uma televisão a cores de um tamanho quase tão grande quanto a casa/barraco em que mora. É unânime. Hora ou outra, você vai assisitr e se deparar com um programa chiclete. Por mais que não queira, você insiste em dar uma segunda olhada no canal.
Os programas são ruins, apelativos e tudo mundo sabe. Não tem como fugir da regra de mulheres bonitas de pouca roupa, apresentador carismático mas sem conteúdo, convidados boçais que vêem no programa uma plataforma para voar mais longe no mundo do showbiz (nem sempre dá certo né), apresentações musicais sofríveis mas que são do gosto populesco.
Só que às vezes, isso é apelativo por demais. Hoje, por exemplo, tive que assistir ao dia de noiva e do noivo, além de cenas íntimas do casamento da Ana Maria Braga. Achei um pouco demais. Não tinha sido convidada para a festa, não tinha interesse em ser ou de ver a cerimônia, ou quitutes oferecidos, muito menos da lista de celebeldades convidadas. Isso, eu folheio enquanto estou no cabelereiro nos fins de semana. Sem pretensão de ser uma literatura apurada. São fotos que viro a cada folha de revista torcendo para não borrar a minha unha recém feita.
E hoje mesmo teve uma apresentação pior. Imagine um debate na TV, em um programa matinal, sobre gaguice. Com dois gagos tentando narrar como é viver desta forma. Sem condições. Não consegui assistir nem a 7 minutos de programação. Foi lamentável. Beirou o hilário e o ridículo.
Thursday, March 29, 2007
de volta
Passei tanto tempo fora que as atualizações acabam se fazendo mais do que necessárias. Mas o que seria interessante ou pertinente depois de tanto tempo afastada?
Acho que para começo de conversa, posso contar que tive uma promoção no trabalho. Sou coordenadora da equipe agora. Super bacana, certo? Sim e não. Profissionalmente não se discute o bacana da história. Só que tive uma baita crise de estresse que culminou em uma semana e meia de gripe ferrada, crises alergicas, dores pelo corpo e afins.
A questão é parar de me dedicar tanto ao aspecto profissional da minha vida, pois já está bacana. Daqui a pouco eu volto a analisar isso (hehehehe) e me dedicar a mim. Para quem lê, isso pode ser ridículo, afinal como alguém pode se dedicar mais a uma carreira do que a própria saúde, relações familiares, amigos, etc. Pois bem, eu sou uma dessas pessoas anormais.
Prometi à minha mãe, antes de sua viagem paradisíaca, que cuidaria melhor de mim. Ah... o meu noivo também ouviu a mesma promessa. Dois santos... para algum deles eu tenho que pagar a promessa né?
Para verem o estágio do meu descuido comigo mesma, certo dia, em um evento profissional, uma mulher totalmente sem noção que me conhecia há poucas horas, me pergunta para quando nasce meu filho! Que filho? É a gordura e o desleixo mesmo. Vejam só o estado calamitoso da situação.
Em outro ponto interessante - vai ter uma reunião de cinco anos de formados da turma da faculdade. É muito tempo. É muita água por debaixo da ponte. Fiquei pensando. Cinco anos atrás jamais poderia imaginar que minha vida estaria no ponto em que está atualmente. Não é muita doideira? E a sua vida, está no ponto em que você pensava estar em cinco anos?
Acho que para começo de conversa, posso contar que tive uma promoção no trabalho. Sou coordenadora da equipe agora. Super bacana, certo? Sim e não. Profissionalmente não se discute o bacana da história. Só que tive uma baita crise de estresse que culminou em uma semana e meia de gripe ferrada, crises alergicas, dores pelo corpo e afins.
A questão é parar de me dedicar tanto ao aspecto profissional da minha vida, pois já está bacana. Daqui a pouco eu volto a analisar isso (hehehehe) e me dedicar a mim. Para quem lê, isso pode ser ridículo, afinal como alguém pode se dedicar mais a uma carreira do que a própria saúde, relações familiares, amigos, etc. Pois bem, eu sou uma dessas pessoas anormais.
Prometi à minha mãe, antes de sua viagem paradisíaca, que cuidaria melhor de mim. Ah... o meu noivo também ouviu a mesma promessa. Dois santos... para algum deles eu tenho que pagar a promessa né?
Para verem o estágio do meu descuido comigo mesma, certo dia, em um evento profissional, uma mulher totalmente sem noção que me conhecia há poucas horas, me pergunta para quando nasce meu filho! Que filho? É a gordura e o desleixo mesmo. Vejam só o estado calamitoso da situação.
Em outro ponto interessante - vai ter uma reunião de cinco anos de formados da turma da faculdade. É muito tempo. É muita água por debaixo da ponte. Fiquei pensando. Cinco anos atrás jamais poderia imaginar que minha vida estaria no ponto em que está atualmente. Não é muita doideira? E a sua vida, está no ponto em que você pensava estar em cinco anos?
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