Wednesday, August 20, 2008

Rapidinho

Sou um tanto radical quando o assunto é relacionamento falido e acabado. Quando acaba, acaba. Não tem volta. Afinal, quando se chega ao limite, ao término de uma situação é porque (pelo menos no meus casos históricos) se tentou de tudo, e retentou, e tentou novamente, só que não deu certo. Perdeu a liga, o brilho, e especialmente, a relevância.

A pergunta que não quer calar hoje é: e com emprego, e ex emprego, é a mesma coisa??

Monday, August 18, 2008

Inspiração

Há alguns dias acordo e vou dormir ouvindo essa musica.
Minha vontade é pegá-la e arrasar na esteira, correndo meus vários e devidos quilômetros da planilha da minha irmã, realmente correndo e cantando com convicção as letras abaixo.

Ah.. a cantora é espanhola, para quem tiver curiosidade.


Ella se ha cansado de tirar la toalla
Va quitando poco a poco telarañas
No ha dormido esta noche, pero no está cansada
No miró ningún espejo, pero se siente "toa" guapa
Hoy, ella se ha puesto color en las pestañas
Hoy le gusta su sonrisa, no se siente una extraña
Hoy sueña lo que quiere sin preocuparse por nada
Hoy es una mujer que se da cuenta de su alma
Hoy vas a descubrir que el mundo es sólo para tíque nadie puede hacerte daño, nadie puede hacerte daño
Hoy vas a comprender que el miedo se puede romper con un sólo portazo
Hoy vas a hacer reir porque tus ojos de han cansado de ser llanto, de ser llanto

Hoy vas a conseguir reirte hasta de tí y ver que lo has logrado
Hoy vas a ser la mujer que te de la gana de ser
Hoy te vas a querer como nadie te ha sabido querer
Hoy vas a mirar pa´lante que pa´ atrás ya te dolió bastante
Una mujer valiente, una mujer sonriente mira como pasa
Hoy no has sido la mujer perfecta que esperaba na roto sin pudores las reglas
Hoy has calzado tacones para hacer sonar sus pasos
Hoy sabe que su vida nunca más será un fracaso
Hoy vas a descubrir que el mundo es sólo para tíque nadie puede hacerte daño, nadie puede hacerte daño

Hoy vas a conquistar el cielo sin mirar lo alto que queda del suelo
Hoy vas a ser feliz aunque el invierno sea frío y sea largo, y sea largo
Hoy vas a conseguir reirte hasta de tí y ver que lo has logrado
Hoy vas a descubrir que el mundo es sólo para tíque nadie puede hacerte daño, nadie puede hacerte daño
Hoy vas a dcomprender que el miedo se puede romper con un sólo portazo
Hoy vas a hacer reir porque tus ojos se han cansado de ser llanto, deser llanto
Hoy vas a conseguir reirte hasta de tí y ver que lo has logrado

Wednesday, August 13, 2008

Plasticos que adoro

Americanos oferecem ao mundo, seja pela gastronomia, cultura, arte ou reconhecidos meios sociais e culturais vários aspectos plásticos, artificiais e superficiais. E confesso que ADORO todos. Quer queijo mais pasteurizado e fake do que o cheddar? De onde surgiu aquele amarelo alaranjado praticamente brilhante no escuro? e o hamburguer do Mac que parece tudo menos carne? Os filmes de mocinho e bandido em que o bem sempre vence? As histórias românticas de amor em que a feia fica com o galã, que o amor supera tudo e todos vivem felizes para sempre? ECA... pára para pensar como não funciona na vida real!! E ainda assim sou fanática por tudo isso.

Agora, tem uma característica tão típica da cultura e da sociedade americana que é mega plastificada, sem próposito real a não ser tentar conquistar algum resquício de superação/revanche/ vingança/curiosidade do que os encontros para relembrar as formaturas de colegial, de faculdade, etc. Na boa, é engraçadíssimo ver planos (e conheço histórias da vida real - não de filmes apenas) de pessoas que se preparam durante meses para reencontrar os velhos rostos conhecidos de colegas de classe. Para mostrar que a cheerleader linda que se casou com seu primeiro amor da escola, provavelmente do time de basquete, beisebol e futebol americano, está infeliz no casamento com filhos pestinhas? Ou aquele mega nerd que sonha em exibir seu carro último modelo e top model a tira colo porque inventou algum gadget improvável e que hoje em dia salva a vida de milhares (literalmente ou não). Mostrar que emagreceu, que engordou, que se casou, que ficou mais feliz, infeliz, e em especial que continua tão competitivo do que na adolescência ou juventude.

É uma interação social besta, típica de sociedade competitiva e que preza um padrão surreal de perfeição em moldes pré-formatados, estabelecidos com base em códigos de conduta ultrapassados, mas que até hoje são altamente visados e ambicionados. Ainda assim, sonho em participar de um. De ter um desses meu.

Quando era criança, falava para minha mãe que escreveria um livro para me "vingar" de colegas de escola que faziam arruaça ou simplesmente demonstravam apatia quando o assunto era eu. E para qualquer criança, isso é o pior tipo de ostracismo social. Hoje em dia, com livro publicado, acho uma besteira GIGANTESCA. As pessoas estão pouco se lixando para mim, para o que eu conquistei ou deixei de fazer desde então.

Só que eu não. Tenho uma certa curiosidade (mórbida, seria?) de saber onde estão tais pessoas. Até porque sofro de um déficit de atenção horrível quando se trata de pessoas, de me manter sociável e de "domesticar" e de cuidar de amizades e relacionamentos. Não procurei ninguém dos colégios que estudei no Orkut. Não lembro do nome das pessoas com as quais frequentei o mesmo clube esportivo, com quem disputei partidas esportivas e me diverti. Mas curiosamente, as pessoas da faculdade, quem também pouco fiz para cultivar e manter o contato, tenho interesse em saber por onde andam.

Agora, em época de olimpíadas, descobri que um colega está narrando esportes. Será que foi sempre ou foi contratação temporária por conta dos Jogos na China? Uma outra, li outro dia em um blog, realizou (parcialmente, pois não vi nada além disso) seu sonho de escrever sobre um assunto que jurava ser mestra expert enquanto estudávamos. Vira e mexe leio nomes e os reconheço como colegas de aula. Mas são raros, e não vou muito atrás. Nesse caso, acharia sensacional me reunir com essas pessoas e ver como anda a vida.

Para entender o meu grau de "desconhecimento de rostos passados", na última semana fui a um evento a trabalho, mas também por motivos pessoais para reencontrar colegas. Cumprimentei um rapaz com o tradicional sobe-e-desce de pescoço, e ele reproduziu o mesmo movimento. E tentei passar boa parte do evento desapercebida, pois se ele viesse puxar assunto comigo, estaria frita, sem saber reconhecer da onde e como iniciar uma conversa.

Acontece que, o mundo é uma ervilha, e uma das pessoas que conhecia no evento também o conhecia, me ajudou a posicioná-lo na minha história de vida (colega de um dos colégios que estudei). Ele inclusive veio conversar comigo, relembrou de uma outra história em que ele me viu em uma rua X onde ele trabalha (sim, o mundo é uma ervilha anã) anos após termos estudado juntos ele reconheceu meu rosto, retomou esse assunto a semana passada. E fiquei tão perplexa de alguém lembrar de mim há tanto tempo e em tantas ocasiões que não me lembro do nome do rapaz. E agora torço para não encontrá-lo mais, pois continuaria sem o reconhecer apropriadamente.

Tuesday, August 12, 2008

Honestidade

Gosto de ser honesta e de contar com gente honesta.

Sou honesta em tudo o que faço: na minha motivação, na minha preguiça,nas minhas convicções e nos meus medos. Quando choro, faço com vontade, honestidade e em abundância. A mesma coisa com sorrisos, compartilhando honestamente minha felicidade com os demais presentes.

E quando me apaixono e me entrego por completo? Quando honestamente beijo, suspiro, namoro e desejo? Também. Sempre sendo honesta comigo. Por isso não digo que estou sendo superficial, mas estou honestamente não apaixonada por você. E isso por um lado é ótimo. Pois sei o que quero.

por outro lado, mandei um email para voce, pois sei que só você poderia me entender, com os posiconamentos que ali confessei. Honestamente, não sei como reagirá, mas já foi.

Monday, August 11, 2008

Se esta bom para voce

Atire a primeira pedra quem nunca fez mais do que devia por outra pessoa, especialmente quando somos jovens mulheres inocentes em busca de aceitação e até de amor ou é paixão mesmo? Enfim, fiquei sabendo de alguns casos que me fizeram lembrar de minha juventude, aventuras e desaventuras. Nesse caso lembrei da última, mesmo, com um belo sorriso no rosto de ver que passou.

As lágrimas que derrubei não foram em vão. Não fizeram aquele (idiota) voltar, mas me fizeram mais forte, mais valente e mais corajosa comigo mesma. Que me basto - que não, não preciso de um (idiota). Gosto desses momentos em que relembro o meu 'poder' de superação, de maturidade.

Outra noite tambem relembrei (nao propositalmente), ou melhor, relembraram uma história que tivemos em conjunto. Besta, inocente, sem grandes enredos ou romances dignos de virar livro ou filme. Mas o mais engraçado foi ver como cada um lembrava daquela situação. E juro que você está errado, suas memórias se transformaram em um embaralhado. Mas quem sou eu para lembrar você do que aconteceu? Eu, acima de tudo e de todos, não tenho a menor vontade de te relembrar, porque foi absurdamente bizarra, e para mim engraçada. Serviu (de novo esse tema) para nos definir, nos delimitar, para aprendermos a andar separados, mas ainda assim, juntos.

E voce, então, Sr. Ridiculo. Desde quando perguntar uma coisinha ou outra é tom de ofensa e de "espionagem"? Não sou de bisbilhotar nem nada disso, mas já tinha avisado. Repórteres curiosas são prejudiciais a qualquer início de relação. Mas não estou chateada, pelo contrário. Se seria essa sua reação, melhor hoje do que lá mais para frente, quando um dos dois poderia ter uma esperança adicional de algo, não?

Meu recado para vocês? Passem bem, sejam felizes com suas esquisitices e, especialmente, curtam as vidas BEM distantes da minha. De malucos, insatisfeitos e gente nada a ver comigo já estou cansada e vacinada contra. Estou bem, estou na minha,

Tuesday, August 05, 2008

Questionamentos

Ontem me perguntaram porque ainda estou solteira? Como se houvesse razão ou propósito lógicos, agenda a ser cumprida e metas pra serem atingidas. Não digo que fiquei incomodada com o questionamento, mas reforça o que sempre achei a incansável busca em julgar e ser julgada por parâmetros sociais irreais.

Monday, July 28, 2008

Fast paced

Nesse mundo cada vez mais ágil, rápido, sem regras, limites ou padrões, fica sempre mais (para mim, pelo menos) difícil saber como estou "parametrizada" dentro desse contexto.

Talvez seja justamente isso: ainda estou presa a conceitos arcaicos de ter que me encaixar em algum lugar, de alguma forma. Só que não há mais formas, maneiras ou certos e errados. E com isso minha cabeça fica atordoada, perco o sono, rio e choro fácil. Me controlo e descontro - a depender do que passa e do quanto acho que estou "evoluíndo" ou se penso que estou eternamente em um "limbo".

Será que ocupar o cargo que assumi com a minha idade é prematuro ou estou atrasada em relação aos meus pares? Ter a minha idade e ainda ficar hospedada na casa dos pais, sem opção a curto prazo (voltei à estaca zero, de alguma forma) para sair é aceitável ou sou apenas eu quem me cobro ter um espaço e rumo próprios?

E nem me fale de outros cenários mais "tradicionais". Casamento, noivado, filhos? Quando é muito cedo e quando é muito tarde?

Wednesday, July 02, 2008

Mega sensacional

Depois de seis anos, a candidata à presidência da Colômbia, Ingrid Betancourt foi resgatada no meio da selva colombiana. Aparentemente, outros 14 reféns também foram liberados em uma missão operacional secreta e de inteligência que parece filme americano.

Homens infiltrados nas Farc armaram um esquema para que os reféns fossem transportados a outro ponto. Só que no helicoptero demais membros da inteligência e exército estavam presentes, e barabum - reféns resgatados!!

Hoje é um hermoso dia. Pelo menos, essas 15 familias vão dormir tranquilas essa noite. Fica a esperança e as preces para os demais reféns dessa e de qualquer outra guerilha, grupos terroristas ou puros pilantras atrás de benefícios ou dinheiro.

Monday, June 30, 2008

After today's news

Não saiu em nehuma coluna social, nem foi manchete de capa de jornal. E ainda assim, a notícia que recebi hoje me deixou ainda mais abalada.

Não sei se porque fiquei pensando no tema o fim de semana todo, ou pela rapidez e agilidade em que foi feita. Também não sei julgar se foi pela fonte que me contou ou porque deixa ainda mais nítido que fui eu quem perdi e fiquei parada no tempo.

Fiquei sem rumo. De verdade.

Saturday, June 28, 2008

seems familiar?

Exaustão física e mental, apatia e falta de perspectivas no trabalho podem ser sintomas da síndrome do "burnout"

O "burnout" pode se manifestar de formas variadas, mas alguns dos sintomas abaixo, em conjunto, podem ser indício da síndrome:- desinteresse e apatia crônicos;- sintomas gerais de estresse, como fadiga física e mental, dores de cabeça, problemas gástricos e mal-estar;- perda do rendimento no trabalho;- irritabilidade;- falta de concentração;- baixa auto-estima;- despersonalização;- falta de perspectivas em relação ao futuro;- sensação de que a gratificação no trabalho não condiz com os esforços realizados;- abuso de álcool, drogas, tabaco ou cafeína;- cinismo e impaciência com os outros.

Wednesday, June 04, 2008

Olho de vidro e perna de pau

Ontem meu modelito não era um dos mais tradicionais e inofensivos, mas também não era nada exageradamente fashionista, afinal não é meu perfil.

Só que por conta da meia calça (eita frio em SP), as pessoas ao me ver se apontam e cochichavam. Me senti a pessoa com perna de pau. A referência do andar. Mas tudo bem. Sem estresse.

Para complementar, hoje, uma colega de trabalho me aparece com uma malhinha fina colada ao corpo e com um baita furo na axila. Livre com ar fresco. Ninguém se atreveu a falar com ela e dar um toque, estilo passe no shopping e compre uma blusa nova, não levante tanto o braço para arrumar o cabelo, etc.

E embora os cochichos e dedos em riste também estejam presentes hoje, confesso que ontem minha simples meia calça fez estrago. Ou seja, as pessoas se incomodam mais com o chocante do que com o absolutamente mal arrumado.

Friday, May 16, 2008

Just shusshhh

Não podemos evitar isso, certo?
Você sempre me dá piel de gallina. Ai, ai, o que será de mim?
Ainda não sei se agradeço ou não essa invenção tecnológico que nos aproxima e separa.

Monday, May 12, 2008

Airport Feelings

Uma das matérias mais curiosas e bizarras que já li durante a primeira onda de pautas geradas pelo lançamento (olha que agora vai sair pó) da primeira linha de iPods foi escrita pelo NY Times.

Eles tinham uma série de relatos de usuários que acreditavam que o iPod se comunica com eles por razões além da razão. Eles entendiam o clima, o sentimento e o momento que seus usuários pelos quais estavam passando por meio das listas aleatórias.

Ou seja, tinha o relato de uma mulher que não gostava de ir na academia, mas comprou o iPod como companhia e última tentativa de se manter matriculada em uma dessas redes de fitness. E enquanto ela estava na esteira ou fazendo determinados exercícios aeróbicos, as músicas - colocadas na lista aleatória - sempre eram animadas e em compasso com o ritmo que ela precisava dar nas passadas.

Também tinha o caso da menina que brigou com o então virou ex-namorado e o set list apresentado, também na modalidade aleatória, pelo iPod trazia aquelas músicas femininas chororô.

Amei essa reportagem. Não pelo conteúdo em si. Gostei da abordagem, do bizarro que foi noticiado e de forma tão cotidiana. Era como se eles escrevessem sobre a reação das pessoas no Central Park no primeiro dia de primavera. Era tal qual noticiar o festival de verão no Central Park. Ninguém é ingênuo o suficiente para realmente acreditar em poderes paranormais de um equipamento tecnológico, certo? Muito menos a redação do jornal.

Corrigindo-me, adorei o pessoal de marketing e PR da Apple. Olha o tipo de pauta que eles emplacaram, eles tiraram totalmente o produto e o assunto dos cadernos e das editorias tradicionais de negócio e economia e a transformaram em comportamento. O pessoal de marketing da Apple deve ter pulado de alegria. O produtotinha se transformado em um ícone, ainda mais cobiçado e segmentado, do que as mídias em si que eles produziram para comunicar o lançamento. Era o poder do boca-a-boca. Era o poder do viral. Era o poder da sedução. Quem ligaria para o preço do iPod se ele falava com você, se ele te entendia (afinal de contas, manter um relacionamento com um durango pode sair mais caro que um iPod parcelado, vá lá).

Agora, para o assunto em si. Talvez deva mandar uma carta para o repórter e falar que anos e gerações depois da primeira edição do iPod, o poder de compreensão do aparelhinho se mantém ou está ainda mais aguçado (Steve Jobs, hello, dá uma explicação aqui!!). Acaba de passar pelos meus ouvidos a sequinte canção:

From a line at the counter
boarding pass always with you
now this is your gate number
welcome aboard

fasten seatbelt while seated
turn off everything with your electronic devices
welcome aboard

i've got these airport feelings all over you
i'm ready for landing
i`m ready to lose
this is your captain speaking

thirty three thousand feet high now
your skin is my runway
welcome aboard

i've got these airport feelings all over you
i'm ready for landing
i`m ready to lose now
your skin is my runway
i'm ready to lose.

Atualização - na sequencia apareceram:

Say you to me uou're a bird with an eye for anything shiny
Searchin' the land for a hero of a man
You say I need more than my fair share of attention
But I think you know that just isn't so
Underneath, I felt the fire of a burning question tearin' me apart
Right from the very start and now I see
That it don't take a trick of the light to excite me
So strong so long
You'll see hold on to what you been given lately

Hold on to what you know you got
Hold on to what you been given lately
Hold on cause the world will turn if you're ready or not

Simplicity
A heart of gold
An old head on young shoulders
Quiet and lovely
Becomin' part of me
And now I see from a handful of names and a thousand faces
One light, burnin', furiously

I was tired of January
I was tired of June
I felt a change a-comin'
I was tired of January
Tired of June
I felt a change a-comin'Oh
I felt a change a-comin’
I felt a change comin soon

Hold on to what you been given lately
Hold on to what you know you got
Hold on to what you been given lately
Hold on cause the world will turn if you're ready or not
Oh yeah, well the world will turn if you're ready or not
Oh, yes the world will turn if you're ready or not

E na sequencia

nerviosa miro el reloj
la lluvia conmigo empieza
un día de pleno sol
a lo lejos aparece el recuerdo de un amor
no me ve, camina ausente
hace mucho que pasó
Empecé a recordar
Y paseé por mi mente y encontré
aquel rincón que te dejé
donde guardo los momentos que no olvidé

Revivo aquella noche en que olvidamos lo demás
el cielo se volvió rojo al solvimos bostezar
se ha perdido entre la gente me he perdido yo también
ya se ha ido el 28 la memoria de un ayer
empecé a recordar Y paseé por mi mente
y encontré aquel rincón que te dejé
donde guardo los momentos q ue no olvidé
Si quiero saber, si tú también recuerdas algo de aquel café
espero a veces sin entende por qué
Y paseé por mi mente y encontré aquel rincón que te dejé
donde guardo los momentos que no olvidé.

Sunday, May 11, 2008

Heroina

Ela e minha heroina. Vai completar 80 anos e esta planejando suas ferias do ano que vem. Vai para a Europa, de navio, conhecer algumas celebres ilhas como Tenerife, Ilha da Madeira e Inglaterra.

Ja esta arrumando suas malas para conhecer, no proximo mes, o Egito e a Terra Santa. Questionada sobre a possivel violencia no lugar, atentados terroristas, ela diz que ja passou da idade de se preocupar com isso, e tambem, falando a verdade, seria ate chique passar por essa experiencia.

Nao tem como nao gostar e admirar essa senhora.

Tuesday, May 06, 2008

No more clues. this is rock bottom

Oh, there are a few, yet very clear signs, that show you ve hit rock bottom.
In my particular case, this week's display of low life form were: adapting a fucking State map on Paintbrush. Really.

I am amazed to see how expensive my lack of colouring talent is for the company. I am paid to think and come up with inovative communications projects, yet, on real life all I did was to airbrush in red a map previously coloured in blue and pink. No jokes in here.

And to make matter worse, all my Stereophonics, Idlewild and Kinky soundtrack, perfect for a day like this, have gone dead. My iPod ran out of batery and no charger on sight.

Friday, May 02, 2008

Que raiva

Nao é péssimo quando sabe exatamente o que quer escrever, mas na hora de digitar as pequenas e singelas palavras, elas parecem se misturar e se confundir, tornando impossível a missão de transmitir uma simples informação?

Espero que não seja a única a sofrer desse bloqueio mental temporário. Não me falta criatividade, apenas uma linha de raciocínio e de uma válvula de escape das palavras que circulam na minha cabeça e desçam até meus dedos para teclar.

Thursday, May 01, 2008

Verdades

Sem rota de fuga. Colisao direta e frontal. Assim ela se apresentou a mim. Transparente, irreverente. Doce e amarga. Em um unico gole. A verdade me mostrou. Na verdade, foram duas. Chegaram, se foram. Nao me levaram embora. Menos mal.

A verdade (sua). Veio sem partir coracoes, sem expandir conhecimento. Ja era de se esperar. Nua, crua. Feia, feita. Egoista e magoada. Repleta de inumeras tentativas. Todas falidas. Frustradas. Sempre dizendo que nao ha nada alem disso. Para bem ou para mal, aqui estou. Cheguei, use a mim como eu uso a voce.

Como posso ficar? Como posso crescer e amar se o espaco que tenho mal me da? Estou amarrada em um canto escuro e cinzento. Enjaulada no mundo cheio. Pronto e montado. Parece comprado nas Casas Bahia. Sem devolucao. Nao prima pela qualidade, mas sabe exatamente o que se leva. Nao tenho como sorrir, brilhar, escapar ou sonhar. Nem para bem longe mirar.

A verdade (sua). Cativante. Estimulante. Curiosa e misteriosa. Bem dosada, energetica. Ativa. Ate demais, ate mais tarde. Ate a exaustao. Na espera da combustao. Deliciosamente intrigante. Sempre criando caminhos para a exploracao. Explore a mim enquanto eu desvendo voce.

Como posso ficar? Vai me deixar louca. Cansada. Sao tantas as possibilidades que jamais vou encontrar a estrada de tijolo amarelo. Me sufoca. Me enlouquece. Me aquece. Nao tenho como esfriar, relaxar. Ha tanto espaco que me da, no horizonte, na troca do olhar. Nao ha como sonhar, com o cinza do concreto com o qual me acostumei.

Wednesday, April 30, 2008

Grumpy

Agora me dei conta porque estou tao de mal humor. Estou trabalhando desde as oito da matina, tendo saido desse mesmo predio ontem as dez pm.

E esta um frio danado, eu gripada e molenga, sem ter ido a academia. E de meia calca. Fio 60. Tudo faz muito mais sentido agora.

Saturday, April 26, 2008

Grown up

Que engracado. Estava lendo o blog anterior e vi os posts escritos ha uns quatro anos. Quanta agua passou por debaixo dessa ponte, hein. As vezes me resulta caro imaginar que estou quatro anos mais velha, mais workaholic. Tambem pensava que nesse tempo nao havia amadurecido nada. Olha so que surpresa.

Depois de ler alguns dos textos antigos, e de rir daquilo, afinal eu era meio bestinha na epoca, tive mais certeza de que posso nao ter melhorado muito, mas um bom passo rumo a serenidade, ah sim, esse eu dei.

Continuo aprontando das minhas (Bat'hat), mas com muito mais consciencia do que estou fazendo e das eventuais consequencias.

Outra certeza que tive veio hoje, quando tive que rever ele para pegar algumas coisas. Nao que meus relacionamentos anteriores foram comuns e mundanos e o espirito de amizade ou de continuidade existisse, afinal muitas vezes o adeus veio com um check in e uma passagem na mao. Mas foi interessantemente normal. Sem dramas, sem crises. Se ficou algo, foi algo bom. Obvio, nao que eu va ficar ligando e saber como vai a familia, os amigos, etc. Mas sem hard feelings, you know?

Good. That is growing up, trouble girl.

Monday, April 14, 2008

Hiya Trouble

Esse foi o titulo do email que recebi de um amigo. Adorei!!

Eu, garota problema. Mas um problema bacana, nada de ser aquela coisa depressiva, chata e amoladora. Sou problenma porque sou divertida, que faço as coisas acontecerem.

Ai, ai.