Saturday, July 31, 2010

And counting

For 37 times I was said goodbye
For 37 times I was left to cry

For 37 times they lied to my face
For 37 times I was left feeling ashamed

At the 38th time I held my head up high
Because for the 38th time I had no one to rely

Unsafe and unconfortable I was
because a lot of pain it might cause
Yet with a sense of hope I opened the door

Sunday, June 13, 2010

Voce ainda existe

Você ainda existe. Com seu sorriso torto, mão pequena e conversa eterna.
Sei que estou exagerando, que não sou eu mesma ultimamente, que nem o espelho me reconhece. Tá bom, confesso que pode não ser tão bonito assim, ou ter uma vida mais mundana do que estou imaginando, só que quero ver isso, tudo isso ao mesmo tempo. Quero ver e ter você.

Quero me enganar um tempo mais, julgar equivocadamente os meus sentimentos, me deixar ser absorvida por sua sedução, embora talvez nem desconfie do poder dela sobre meu estado de espírito.

Enfim, novamente, quero o que não posso ter. Como faz?

Sunday, May 23, 2010

Thursday, April 15, 2010

Te beijei

Eu te beijei loucamente essa noite e nem posso te contar sobre isso.
Eu te beijei tão suavemente, tão docemente que nem eu pude acreditar nisso.

Você tinha um jeito meio engraçado e tímido de se aproximar de mim, mas era bem decidido.
Você se transforma e se revela um incrível homem.

Você me assustou e me empolgou.
Poderia repetir esse procedimento todos os dias e todas as noites. Beijos suaves, caricias tranquilas, mão forte na minha, olho no olho e aquele espaço reservado para conversa e cumplicidade que só amigos podem ter entre si.

Monday, February 01, 2010

Celebrar o novo

Rituais de passagem nunca me interessaram. Acho besta, fútil e frívolo. Em um mundo capitalista, ele também significa algo caro em que alguém ganha muito dinheiro para fazer esses momentos "marcantes".

Estou falando de casamento, despedida de solteiro, chá de bebê, festa de quinze anos, qualquer outra festa de aniversário, festa de formatura, colação de grau. Também incluo nessa categoria os famosos trotes universitários. Puta babaquice.

Já se foi o tempo em que uma despedida de solteiro indicava a última noite livre de um homem ou a "iluminação" da mulher para uma nova vida conjugal. Os jovens precisam encarar que a faculdade é sim um rito de passagem: para a maturidade e não para a esbórnia alcóolica.

Os pais atualmente são bem liberais e permitem sexo, bebida e farras em casa, em outros espaços e a idades cada vez mais precoces. Então, passar aquele mico desnecessário pedindo dinheiro em faróis todos sujos para depois encher a cara não dá mais.

Não fortalece amizades com colegas de turma ou de curso, não reforça a moral ou caráter e certamente não ajuda a passar nas matérias que serão lecionadas ao longo do primeiro ano. Então, que tal os universitários brasileiros despregarem sua mentalidade de seus umbigos e começarem a pensar em algo mais grandioso, que esse sim, pode criar novos vínculos com pessoas, tornar-se mais responsável, ético e efetivamente marcar um rito de passagem valioso.

Sei, porque já vivi isso, que aos 18/19 anos você não se preocupa com a crise no Haiti, com a população ilhada e isolada em suas casas há quarenta dias, sem ter o que comer ou ter como se mobilizar para comprar mais alimentos ou itens de higiene, afinal não tem barco. Você não liga muito para o que o Fed e o Banco Central falam da taxa de juros e se bobear acha que previdência privada é alguma piadinha ou nome de festa universitária.

Ao mesmo tempo sei que o passado só indica o futuro, o que podemos melhorar e superar. E acho que essa é uma fase vital a ser melhorada: chega de trotes estúpidos, etílicos e que -vez ou outra - acabam em morte. Vamos celebrar o novo, de forma relevante e digna a um número maior de pessoas.

Friday, January 15, 2010

encruzilhada haitiana

A pequena ilha no Caribe chamada Haiti não era nada para o Brasil ou para o mundo até a última semana. Talvez um ou outro compatriota possa se lembrar do CD do Caetano em que questionava se o Haiti era ou não aqui.

Mas agora, em 2010, a nação chama a atenção pelo terremoto que devastou o País já miserável pela pobreza, pela fome e pelas instabilidades que só os homens podem gerar: política, econômica e social.

Ninguém sabe ao certo o número de mortos no terremoto - algo entre 50 e 100 mil pessoas estimam certas agências de notícias. Calcular os estragos financeiros com a reconstrução do país e das vidas daqueles que resistiram aos abalos sismicos então, nem pensar.

Um sem número de ações de ajuda humanitária já está a caminho da ilha, onde não tem nem um macaco hidráulico para levantar o que restou de casas e prédios em busca de sobreviventes, corpos ou seja lá o que for. Tudo é manual, sofrido, feito com voluntários e com o mais arcaico modelo disponível no mercado.

Se a situação já estava triste antes, imagine pós-terremoto. E eu, como tento pensar ainda mais no futuro das coisas (nunca o meu próprio futuro) tento visualizar o que será no pós-reconstrução.

No País, mais da metade de seus habitantes, algo como 9 milhões, vive com US$ 1 ao dia. Milicias armadas de civis disputavam nos dentes e nas balas território em que havia alimento. Não é como na nossa Rocinha ou nos nossos suburbios urbanos: na disputa por ponto de drogas, por ponto de prostituição ou seus genéricos. A maleza lá é pior: mondo cane, dog eat dog mesmo!

A briga é por alimento, a disputa é por água potável, por pão, leite, carne. O que sobra lá são violência, armas contrabandeadas de não sei da onde, pessoas revoltadas e sem esperança de uma vida melhor.

Ouvir histórias dos militares brasileiros sobre aquela área (apesar da mídia não ter dado tanta atenção ao fato como agora) é triste. Eles foram inicialmente hostilizados e agredidos pelos haitianos na chegada, apesar de participarem de uma missão de paz e de construção do país.

Olhar alguém que representasse uma invasão, que demonstrasse haver um mundo melhor (mesmo que ele seja o Brasil, com seus problemas e virtudes) e lhes tirasse o poder das armas - a única coisa que bem ou mal lhes conferia poder e autonomia - era revoltante, odioso e cruel. Motivo para matar.

O Haiti agora está em uma encruzilhada - decidir se reconstrói o País nos pilares da tentativa de igualdade, de uma humanidade real, da democracia e das oportunidades ou se a devastação e a dor da perda do pouco que eles ainda tinham será o fator predominante e só veremos um país ainda mais dilacerado, violento, pobre e sem esperança.

Friday, July 10, 2009

novo adeus

A culpa não é sua, o problema é comigo. Acabo me deixando seduzir por suas promessas, por seus problemas. Consome-me a alma, a vida, o tempo, a mente e a saúde. Tudo começa com aquele olhar sedutor, aquele deslize sem propósito, aquele chope fora de hora, o cigarrinho no dia de chuva, o bolo quente no meio da tarde, aquele programa fora de hora, e por aí vai.

Quando me vejo, quando recobro a consciência, olho no espelho e não reconheço quem me olha de volta. Sou uma fantasma, sem voz, sem juventude, sem beleza. Entramos então em uma batalha: quem vai ganhar desta vez?

Seria você e suas manias - bastante sedutoras - ou eu e minha tentativa de me encontrar? Desta vez, querida, tenho que me despedir de você. Não está me fazendo bem, a sua alegria de viver acaba por me tirar o prazer de buscar a minha. Por favor, entenda. Deixe-me ser também egoísta, tal como você.

Sei, amiga, que virá me procurar de novo, vai bater na minha porta, me ligar, quando menos esperar vai estar me admirando do canto, virá cantando as músicas que me emocionam ao meu encontro: olhará pra mim na hora do refrão e comproverá o quão fácil eu sou seduzida, não é?

Pois é. Até lá. Hoje é o nosso último encontro. Vou fazer um jantar bacana, vamos ver um programa sem noção na TV, rir de monte, colocar um vídeo e chorar um tanto. Aí vou dormir e quando acordar não quero ver nem sombra nem rastro seu. Já não faz parte da minha vida.

Estou te e me prometendo uma nova vida, mais saudável, alegre, mais tranquila e melhor compartilhada com quem merece.

Wednesday, June 24, 2009

Quero o novo

Quero o frio na barriga, a ansiedade que me consome, uma razão nova de me movimentar. Eu quero o novo. Quero um novo visual, um novo grupo de amigos, um novo desafio, um novo amor.

Uma nova paquera, um novo livro, uma nova banda favorita. Um novo periodo de férias para sonhar, uma nova tatuagem para fazer, um novo destino para buscar.

Quero novas histórias para contar, risadas para dar, lágrimas para escorrer.

Olho para as pessoas com uma atitude mais convidativa, fico reparando nas opções, em como me tornar menos fechada, mais acessível. Em como absorver as novas sensações e oportunidades que podem aparecer.


Acho que vem uma fase otimista por ai.

Friday, June 05, 2009

Não é você, sou eu

L'ansia è andato lungo. Mi sento come se l'oceano è tranquillizzata in giù, il mare tranquillo, dopo tutto.

Estava angustiada até não poder mais por não saber o que fazer, e nem o que ele faria. Que raios de situação impasse era aquela! Por dios!

Até que tudo ficou em pratos limpos. Ou quase isso. Agora é esperar até sabádo, pelo café, para entender a linha de raciocínio do "não é você, sou eu com meus dilemas pessoais momentâneos". Humpff.

Pela pura curiosidade mórbida mesmo, afinal já que sou eu, que me importa? Mas ao mesmo tempo, vai que permanece algum tipo de respeito que se firma em coleguismo/amizade e rende bons contatos para futuros shows?

Olha, fico chateada sim, no questions bout it. Mas ao mesmo tempo fico aliviada pois sei que posso seguir adiante, para aperfeiçoar a técnica de charme e sedução. Afinal, alguns já saíram na liderança né?

BTW, li uma coisa muito "fru fru" glicose na veia que me deixou enojada. Já não estou nem mais triste com o ocorrido. Passar bem.

Saturday, May 30, 2009

Unfinished it remains

The hardest part of saying goodbye to someone is to not the part when you wish farewell, rest in peace, but the one that you silently tell all the other stuff that you never had the time, energy or the guts to do before.

When it comes to Shadow, I know this in my heart and it aches so bad. All of those missed opportunities, catch you later phrases and maybe next time. I am sure that your abrupt departure will teach me to never let things left unsaid, to honestly seize the moment and go after the truth, regardless how enjoyable or painful it might be.

My dearest, I had so much to tell you, so many stories we shared and it kills me to not have shown how much impact you caused on me. And which effects you had over me.

Please, please, please forgive me as I try to forgive myself for not saying or doing as much as I could.

Sunday, May 24, 2009

Noticias

Já tinha entendido que não haveria mais noticias. O sumiço já dizia o suficiente. 
Até que um dia, um belo dia descubro um recado, antigo já, um tanto mambembe. Quando quisesse tirar as dúvidas, aquelas que um dia me consumiram e agora nada mais eram do que cinzas frias empilhadas no canto, poderia fazê-lo e o véu que encobria o passado seria removido. 

Apesar do bom senso próprio e dos conselhos dos mais variados indicarem para abrir mão, para me distanciar daquilo, como poderia? Sofrer, matar a curiosidade, se questionar por mais algum tempo sobre algo já desnecessário. Então, mandei outro recado, já não tão mambembe.

Um vendo forte bateu dentro daquelas cinzas que se esquentaram mais um vez, ficaram alaranjadass e aqueceram o canto antes esquecido. Horas, dias, semanas e a rotina se seguia. Nada. Já estava me reacostumando com o fato, com a obviedade de que novamente ficaria excluída de informações. Já não eram tão valiosas quanto antes cogitei, mas eram informações ainda. 

E quem é indigno de se prestar a escrever para falar que quer se comunicar e depois desaparece, some, se finge de morto? Hahhhhh...alguém que praticamente um mês depois, avisa que está de férias forçadas, tão coitadinho como uma vez o encontrei. Quer saber, notícias agora, de desgraça alheia não estou precisando. 

Se eventualmente, o resto da história chegar, não vou ler. Não vou investir mais. Para essa jornalista, chega dessa notícia.

Saturday, May 23, 2009

So what?

Here is my honest blunt confession: I am quite interested in this guy.
Not yet in love, maybe it will take longer (or never will happen), but I am anxiously analyzing myself and my feelings towards this bloke.

He is ordinary. An ordinary lawyer from an ordinary family, with ordinary interests and an ordinary lifestyle. He listens to classic rock, likes to sleep in late, has a mut dog, learned how to cook for and by himself, has some fun and some sad stories to share. 

Most importantly, he has a former fiancee (sorta), an ancient broken heart, a stonewalled shyness, a few scars, a clever stare and an unique smiling lip. He dislikes emails and other cool modern technologies, does Ok with text messaging. He leaves me thinking constantly about the next move (mine or his, because they aint that clear, yet)

Not in a million years I would see myself in this situation - trying to make sense and to take things slowly, to see how and when it goes. Heck, I am the premature baby with anxiety attacks that previously made me run into the fridge and calm me down with sugar, or pure fat. 

I dont want to daydream about things that may not happen, and I am not talking about white picked fances or family dinners. I was more along recent times, as the next call, the next date, the next opportunity to finally tell him more about me, even if I take a cheatsheet, afterall, he makes my mind go blank, useless, while morphing it into a sucking info sponge. 

If it doesnt go much further, so what? I am quite enjoying being back into this game. Practice makes it perfect, right??

Friday, May 22, 2009

Fase de mudanças

Estou passando por uma fase de mudanças. De quem sou, do que quero mostrar para o mundo.
Acabou o momento fechada para balanço. Quero mais viver, deixar viver e sentir que sempre há novos começos. Por isso que agora é o momento ideal para a tatuagem que fiz. 


Há anos sabia o que fazer e onde fazer. Mas faltava um ou outro detalhe visual e o mais importante, o timming adequado. Ele chegou. E de uma maneira surpreendente, e mais... com uma ajudinha especial de mamili. Quem diria que a levaria para o estudio de tattoo. De menina rebelde e impulsiva (na verdade, nem acho que sou tudo isso, mas gosto de acreditar na mentirinha) a companheira e boa ouvinte.

E falando em ouvinte, embora tenham rolado poucas vezes, gostei de que e especialmente do que ouvi. É divertido discutir música, teorias radicais dos anos 80, bobagens e palavrões que não são permitidos nem nesse nem em outros momentos. Sabendo entender que o melhor é o que está rolando, sem ficar cogitando o futuro e o fim desse futuro que nem chegou no presente. 

Presente mesmo é poder acordar todo dia e fazer o que gosto. Mesmo levando em consideração todos os pepinos e problemas existentes e, mais, crescentes. sei que vou dar conta, de um jeito ou de outro. 

entao, um brinde às mudanças, aos novos começos. 

Monday, April 27, 2009

Coisa bonita


Voltei a gostar de tênis como antigamente.
A ponto de começar a reclamar em frente à TV da academia. Já acham que sou louca mesmo, de ficar cantando o que escuto enquanto corro, o que é levantar os braços, se queixar de uma bola mal rebatida ou algo assim?

Parece que as coisas estão voltando ao seu lugar.

Monday, April 20, 2009

5 itens necessários

Quando jovem, tinha uma lista gigantesca, e um tanto antagonica, sobre as qualidades que queria em um namorado. Hoje, já fiquei BEM menos exigente.E só peço as cinco coisas abaixo:

1. Seja inteligente
2. Tenha senso de humor
3. Seja charmoso, de um jeito individual
4. Faça um esforço para me entender (mesmo que seja difícil)
5. Fiquei deslizando seus dedos no meu cabelo para me fazer dormir

Só isso. Com o resto, eu convivo ou as coisas se resolvem.


Obrigada
A mulher da sua vida.

Pilulas de um dia

Hoje, preciso desovar algumas das milhares de idéias que estão circulando na minha cabeça. Melhor fazer isso, do que ficar mais uma noite sem dormir... repensando e me mexendo sem parar na cama.

- the lady was terribly obnoxious. Partly because she was SO full of herself, partly due to the fact that maybe she deserved to be. Anyway, the luncheon carried on just fine, with me thinking anything else but the fact I was sitting at that table.

- Talking of it, it is funny to see how fat people behave and how there is no "secret" behind the fat tucked inside their (mine) body. We were all trying, being or pretending to have a healthy meal. They shared their plate (the fat and the slim). While the chubby chick munched first her fries and oiled up her salad, the other poured only salt in the greens ande didnt even get near those fries. Both were playing along the "healthy, slimming diet path", each their own way.

- Passei o dia fazendo e refazendo análise de planilhas. Mais divertido que isso era ter concluído algo positivo dela. Hahahaha, não foi dessa vez.

- Sei que não sou a única a ter meus dias de altos e baixos, de querer e de sentir que pode. Só gostaria de uma confirmação de que tenho pares nesse mundo de dúvidas e questionamentos pessoais.

- Imagine uma ova de caviar. Transparente, com um "anel" exterior mais branquinho. Tava meio salgada demais, um gosto nem crocante, nem molenga. Embora sua aparencia indicasse que seria uma consistência úmida, ela era um tanto seca. Amigos, lhes apresento a Quinua, my new BFF.

- Estou me segurando para não afixar na geladeira uma série de recados, tal como: 
1. não levar copos de vidro (especialmente, aqueles novos que eu comprei com o meu dinheiro suado, de muito trabalho) para o quarto, onde vocês os quebram, 
2 - por favor, mantenha a cozinha limpa, jogue o lixo no lixo, coloque os pratos e utensilios sujos na pia. 
3 - É proibido fazer barulho no corredor e deixar o som da TV alto, especialmente quando não estiver no recinto, após as 10 horas.

Saturday, April 18, 2009

Aventuras

Hoje a noite, depois do furo que tomei para irmos jantar no mexicano, resolvi fazer uma comidinha integral, natural e gourmet. Delicia, ganhei a noite. Posso ir dormir feliz.

hahaha. O senso de humor do destino está afiado. Me aventuro para fora do meu quadrado e dou de cara com uma festa praticamente temática. Só tinha casais estúpidos, ignorantes e senhoras peruas golddigga -ish.  PURE JOY!! 

E na cozinha, um balde de lixo com um peixe gigante em uma espécie de aquario improvisado. Perguntei a ele se ele seria o jantar, um presente ou mais um morador desse ilustre condo que moro. Ele só abriu a boca, também em dúvida, como eu. 

Acho que pela primeira vez na vida fiquei feliz de não ter sido convidada pra uma festividade. Para esse público, não quero ser popular! 

Tuesday, April 14, 2009

Time bomb

Tenho receio de que meu relogio biologico começou a fazer tic tac.
Fico olhando crianças e imagino como será a educação deles, porque os pais os fazem tão maleducados ou bem educados, as roupinhas e brinquedos que usam. 

Fico imagino como seria a pessoa com quem gostaria de acordar todos os dias e efetivamente declarar que a amaria. Hoje, amanhã e até o final dos dias.

Saturday, April 11, 2009

Don't look back.For today.

I often find myself looking back, wishing to live life in reverse, feeling stuck in a moment that is long gone, trying to redo what I didn't at that particular moment. 

I wish I could stay away. I wish I could have done things differently, said more, talked less, enjoyed more, suffered less. And the more I do it, the more I am sure to look forward, to stop looking back. 

There is a whole lot ahead of me, ahead of us. There shall be a "us". Quit being such an anxious, scared little girl. And sometimes I listen to myself, step out, head to the streets, take on the world and actually look forward.

Today was one of those days. Not scared of what is ahead. Full blasting, chest first type of living. also, the new pairs of shoes helped a lot. A girl gotta know how and when to face the world, at her own pace. 

Today was a good day.

Wednesday, April 08, 2009

Fechada para balanço

Andei meio sumida da blogosfera após o meu video. Hahaha. Mentira, o que acontece é que tive férias, até de mim mesma e do meu cotidiano e ações rotineiras, como manter o mundo atualizado sobre minha mera existência, e especialmente, porque estive fechada para balanço.

Não sou da corrente da filosofia - vou manter minha privacidade no mundo virtual, até porque não sei separar minha vida real da vida virtual. Sou uma única e meus medos, angustias, felicidades, desejos, amigos existem e co-existem nesses dois universos.

Então quando não tenho o que falar para a minha vizinha, não tenho nada para falar no blog, no twitter, facebook, myspace, orkut, friendster, hi5, fotopic ou em qualquer outro canto.

Quis passar por um período de análise, de olhar para mim, meus defeitos, falhas e bons atributos e TENTAR me entender melhor.

Foi ótimo. Fiz todas as reflexões possíveis no tempo, quis mudar, quis me fortalecer. Também quis chorar, e muito. Quis ficar encostadinha no meu canto, quase cheguei a peidr colo.

Mas agora estou de volta, com a corda toda. Muito a fim de viver a vida que planejo. E compartilha-la com muita gente.

E para aqueles que estao nessa fase de fechado para balanço, força aí. Todos precisamos passar por isso de tempos em tempos.