Sunday, February 24, 2008

Fugitivos

Ya basta. Estoy harta de los dos. De gente que se huye de todo: de sus problemas, de sus amores y desamores, de sus miedos, de su felicidad. De su vida, en suma.

O que voce fez e o que voce sempre fez. Nem tinha como pedir ou desejar algo diferente. Se refugiar, se encolher, se recolher, fugir. Para um mundo so seu, ilhado e sem formas de comunicacao com o mundo exterior. E isso que voce sabe viver. Sem crises, sem disciplina, sem aventura. Ouso ate falar em viver sem paixao, sem explosao. Sem conhecimento. Sem ambicao.

Bem que tentou me mostrar o caminho, a rotina, a tranca da porta. Tentou me fazer fugir para o seu retiro. Tentou me tornar uma cativa no seu universo particular. Mas sou bicho indisciplinado, rebelde e sem rumo. Nao acredito que tenha encontrado a minha linha da vida, aquela que me conduzira calmamente para o meu destino. Quem sabe um dia esbarre nessa fina corda condutora, nesse pedaco de razao. Ate la, vou errando e acertando, cruzando estradas empoeiradas. Vazias ou nao.

Ja voce fugiu a sua vida toda. Bem, desde que pode praticar esse egoista ritual de escapar. Voce foge, vai embora, afoga sua vida em amizades, baladas inuteis e pouco saudaveis. Agora, mais recentemente, aprendeu a fugir para um mundo paralelo: aquele no qual ainda tenta desvendar como foi tao bem acolhido. So que suas fugas te distanciam daquilo que voce mais quer: um aconchego, um canto, um amor, um sossego.

Ao me fazer penetrar no meu mundo, me seduziu com o misterio, com a sua aura. So que ela acaba de ficar vazia. Se nem voce sabe para onde quer fugir, para que tentar me conduzir? Queria muito poder te resgatar, te trazer para perto. Mostrar onde mora a serenidade (nao, nao em mim, mas nas coisas simples. Nos gostos simples. No desafio do dia a dia, de encarar de frente a beleza e a feiura), mas voce e uma crianca que ainda nao esta adaptada para saber a realidade. Ou melhor, assim prefere estar. Se esconde no cyberespaco, ou no bar, ou em um decote alheio. Se esconde da sua vida.

Embora bem diferentes em milhoes de aspectos, nisso, agora que estou vendo melhor, voces se assemelham e muito, inclusive em me usarem de mim como valvula de escape. Nao posso ficar mais triste com voces do que comigo mesma, que me deixo entrar nessas situacoes ridiculas.

Mas ha luz no fim do tunel. E esta bem brilhante, isso posso adiantar. Nao tenho mais medo de encarar de frente essa luz linda e poderosa. Sei que nao vai me cegar, simplesmente veio para me fazer colocar juizo. Sentido. Desafio.

Estou cansada. Ja sei que nao quero ser sugada para um universo pessoal nem aquele paralelo. Nao quero me derrubar em uma cama e aguardar enquanto o mundo gira, nem competir com a lua para ver quem mais brilha. Tampouco quero mostrar um rumo para quem gosta de caminhar em direcao contraria.

Quero alguem que compartilhe a poeira comigo. Que aspire o negro po que sobe quando se caminha. Que curta o glamour da noite quente e entenda a cumplicidade escondida embaixo de um pijama. Que acolha com seus bracos aquilo que o olho enxerga, a perna conduz e a imaginacao traca.

Monday, February 18, 2008

Não estamos em conformidade

Sempre que recebo um email da área juridica, fico pensando se para escrever os processos, e demais termos jurídicos eles precisam enrolar e praticar o "enrolation embromation" e acabam caindo no vício de fazer assim com todas as demais formas de comunicação.

É batata: basta receber um desses emails, com pedidos genéricos, para que eu retorne com o mais completo e amplo material para que a resposta desses seres humanos seja: não, não, eu quis dizer, na verdade, outra coisa, mais simples.

Só falta o "por favor, faça seu trabalho direito, sua idiota". E eu que não posso falar para os ditos cujos - da próxima vez, aprenda e escrever e a pedir direito o que quer.

Fico imaginando se os relacionamentos pessoais dessas pessoas seguem a mesma lógica complexa. Como eles escreveriam, por favor querida, faça o meu almoço hoje com tudo o que eu gosto no prato. E que seja servido quente!

Sunday, February 17, 2008

Summer nights

Conversar com voce ontem foi muito bacana. Se tivesse que contar para alguem o quanto a gente riu, se distraiu e descobrimos milhares de compatibilidades de gostos e inseguranças, ninguem acreditaria. Quem diria que no seu Nokia estariam armazenadas quase todas as faixas ao vivo do Portishead? Ou entao que teriamos a mesma musica no Franz Ferdinand armazenada nos nossos celulares?

Cara, fiquei muito feliz ao conversar com voce e ver, mesmo do pouco ou nem tao pouco assim, que te conheco crescer profissionalmente, ganhar confianca e ver que voce esta arrasando na carreira. Sensacional o seu senso de comprometimento, cheia de boas ideias, e o mais importante, conciliando tudo isso com um tremendo senso de lugar e de atitude. Quem sabe aprendo um pouquinho disso contigo, ne?

E quem sabe voce aprende a relaxar um pouco, deixar as coisas rolando com mais calma, bit by bit, sem planejar ou cogitar o que aconteceria em um milhao de diferentes cenarios. Sei que e dificil, para mim tambem, nao pense que foi facil. Mas ate mesmo do exemplo que eu te dei ontem, fiz das tripas coracao, derrubei a emocao para agir com a razao, e fazer o que fiz, relaxar, nao me preocupar e muito menos cobrar algo que foge das minhas maos, do meu controle.

Fiz o que pude, o que quis, talvez da melhor forma possivel. Cheio de falhas, cheio de quero mais, cheio de nao, por mim basta, to fora. Mas eu fiz. E era so isso que poderia ter feito.

Mesmo naquele bar cheio de gente estranha, formamos uma bolha protetora para aproveitarmos ao maximo. Afinal, confessemos, e super dificil conciliarmos as nossas agendas. Embora fizemos o nosso maximo, a voz da maluca da mesa vizinha e da trilha sonora, meio techno horrivel, nos fez ficarmos irritadas e sair mais cedo. Fora que com a mudanca do fim do horario de verao, ja nao sabia mais em que relogio confiar, que horas eram, se as ruas deveriam ou nao estar mais vazias. etc.

Promessa para 2008: mesmo que bater aquele sono, tome um cafe e caia na noite com suas amigas, pois serao as melhores noites e horas aproveitadas! Garantido! Terca, jantar com as meninas? YES, you bet on it.

After the blackout

Dopo il black out
La luce è venuta nel nostro modo separato

Dopo il black out
Ho avuto su di me il tuo profumo

Dopo il blackout
Ho avuto su di me il tuo gusto

Dopo il blackout
La vita rimane la stessa

Dopo il blackout
Desidero vedere ancora una volta

Friday, February 15, 2008

One comment

Honey, these boots aren't made for walking.

Vamos aproveitar esse fim de semana que se apresenta!

Monday, February 11, 2008

Confissões

Ele: quando me apaixonei por você, senti que poderia ser real, próximo, apropriado, sensível e verdadeiro. Tínhamos idéias e paixões comuns. Imaginei até ser mãe, esposa, pessoa dedicada e menos voltada ao trabalho. Imaginei abandonar alguns sonhos - individuais - para construirmos os sonhos a dois. Me apaixonei pelas possibilidades e pela realidade. Cheia de defeitos e erros das duas partes. Foi quando disse - era você quem estava procurando. E por isso mesmo, foi espetacular. Nada era perfeito ou imperfeito demais.

Shadow: quando me apaixonei por você, me apaixonei pelo desafio, pela emoção, pela sensualidade de ser cobiçada há pelo menos dois anos non stop. Pela idéia de como seria esse relacionamento, altamente imaginado e fantasiado ao ser concretizado. Fantasia pura.

Boneco de Olinda: quando me apaixonei por você, senti que queria me aventurar. Que queria me sentir poderosa, queria entender o mistério da sua sedução. Queria brincar com você, ver quem conseguia mais atrair ao outro. Mas só isso mesmo.

Ghost: quando me apaixonei por você, foi um conjunto da beleza nada óbvia que tanto me atrai, o sex appeal escondido no senso de humor e no par de olhos brilhantes. Só que foram várias indas e vindas, sem direção. Só paixão e nada concreto. Você não quis, e eu entendi.

Don Puto: quando me apaixonei por você, era jovem, inocente e fantasiava muito. A sedução e as palavras bonitas compensavam as ações medonhas. Cai como uma pata nas suas promessas. Me reinventei para que me aceitasse. Deixei que a sua mãe cortasse meu cabelo, que você ditasse as roupas e sapatos que usava. Foi ridículo, um fogo de palha fantasiado de amor.

Music matching

Nem todo mundo é tão vidrado em música como eu sou. Ou pelo menos que acha que é.
Para ter uma idéia, o melhor elogio que tive vindo da minha família, e foi de mais de uma pessoa, de que achavam que eu era (sou) a mais descolada musicalmente do grupo, que descobria as coisas antes dos outros. Antenada nas últimas tendências.
Quando escutei isso pela primeira vez, fiquei nas nuvens, me senti o ser mais realizado do planeta. Isso porque realmente busquei, sempre, boas músicas (na minha única opinião e não das de demais) e que fizessem sentido, seja na letra ou na melodia, com período em que vivia.
Andando de carro com algumas pessoas da minha família que ou deixam o rádio desligado ou simplesmente não contam com esse recurso, fico pirada. Fico imaginando milhões de músicas bacanas para escutar ao pegar uma estrada ou ao enfrentar um trânsito absurdo. E enquanto isso um silêncio quebrado somente pela conversa trivial.
Algumas vezes, quando ia para a praia no carro com minha irmã, fizemos uma brincadeira genial. -- Que saudades suas, minha linda, com quem vou fazer isso agora? -- em que ao escutarmos uma música imaginávamos uma cena de filme, compondo a trilha sonora de filmes imaginados.
Então, pense na minha sensação ao estar em um momento tão particular, íntimo, triste e emocionante (tudo ao mesmo tempo) e escutar na rádio, uma música, por mais pop e breguinha que seja, que se encaixa PERFEITAMENTE no que você está sentindo ou pensando no momento. Cheguei inclusive a ficar arrepiada ao ouvir a letra e reparar que era justamente aquilo, daquele jeitinho mesmo, que você gostaria de dizer ou de fazer.
Isso é que viver ao ritmo da música.

Wednesday, February 06, 2008

For you

If I know, what I know,
losing isn't learning to be lost
It's learning to know when you're lostIf I know,
what I know,I'll want to make the most of what it seems like
You will only be yourself
You can never be yourself
And you will only be yourself
When you understand what you know
How long, will we go on with a modern way of letting you go,
tell me how long will we go on with the modern way of letting you go?

Tuesday, January 29, 2008

Dificuldades

Com o passar do tempo, sei que tenho várias dificuldades, especialmente no quesito motor, e que não tenho como superar.

1 - linha reta
Nunca consegui traçar uma singela linha reta em papel, mesmo com o auxilio de uma regua. Imagine agora parar o carro em linha reta, em uma vaga super apertada, estreita e que voce precisa entrar nela meio de lado e depois alinhar o carro? Não tem como!

2 - dizer não
Essa semana tive missões impossíveis solicitadas pelas mais diversas pessoas como: cotação de traslado de helicóptero, tradução de carta de agradecimento, checagem de casas de cambio em dois paises

E aí, como faço?

Saturday, January 26, 2008

vouyerismo

Ler a vida e os pensamentos alheios. Espionar nas horas mais estranhas, mais inapropriadas. Parece proibido, perigoso ou ate mesmo pecaminoso. Mas nao consigo me controlar. As vezes chego a pensar que e tao divertido que virou um vicio.

Tambem, quem mandou deixar a frestinha aberta. Aquele pequeno espaço, visual e sensorial, pelo qual se absorve as felicidades e as angustias alheias. aqueles que observo, a distancia ou nem tanto, alguns posso chamar de amigos, outros tantos de ilustres desconhecidos. Muito embora, essa ultima categoria eu ja passe a considerar interessantes companheiros, tamanha a minha familiaridade com sua vida cotidiana.

Curiosamente, tinha aversao a algumas pessoas com quem esbarrei em ruas ou lugares comuns. No entanto, ao começar a fuçar essa vidinha. Tao complexa, vazia, igual a de todos. A sua e a minha, aprendi a respeitar mais. Aprendi a nao torcer o nariz. Inclusive, fico feliz quando alguma novidade surge e posso compartilhar da experiencia, mesmo que a distancia.

Chego a rir das trapalhadas que acontecem. Nem sempre choro quando a tristeza bate a porta alheia. Suspiro quando os beijos apaixonados sao seguidos de ligacoes que duram horas. E quando ele encarna sua veia poetica e solta belas palavras? As vezes fica ate dificil entender, mas acho bonito. Parece romantico. Gostaria de abrir um vinho e oferecer uma taca para tomarmos juntos.

Nao espio muito, talvez algumas vezes por semana. Em epocas mais quentes ou fora da rotina, talvez suba o ritmo para algumas vezes por dia. Maldita blogosfera e seus autores.

If I were

If I were your girlfriend, fooling around would have a different name and meaning.
If I were your girlfriend, you would learn on a daily basis that I absolutely adore your way.

If I were your girlfriend, my face would grow smiles by the second.
If I were your girlfriend, surely we would discuss everything we do, but even more connected.

If I were your girlfriend, you would understand my fears and my limitations.
If I were your girlfriend, you would understand why and how you seduce me so constantly.

But I am not. Far from being. Distant and unattached.
Pretty in a black dress. Cute and relaxed.

This is our thing. So secretly and sexy.
So apropriate. So empty.

Use and leave. Collect the shell.

Wednesday, January 23, 2008

contagem regressiva

Não me pergunte a razão. Mal posso explicar para mim mesma, mas estou empolgada em te ver. Estou fazendo contagem regressiva (tá bom -- também não chega a tanto). Estou animada.

Sei que será passageiro e superficial. Menos artificial. Planejando o calendário, as horas e a programação. Especialmente quando fico ociosa, quando estou prestes a entrar no banho e deixar que a névoa úmida me transporte a um mundo mais tranquilo, mais sob o meu domínio.

Fico imaginando as conversas que teremos. Falaremos de Milão de novo, provavelmente sim, mas não da forma passada. Chega de piadinhas e de testar a água. Convenhamos, já havíamos passado dessa fase, e da última vez, ficamos tímidos.

Ai, ai.

Monday, January 21, 2008

Casaria-me com você

Você é um dos poucos homens mais velhos, experientes, com independência financeira (e que independência) capazes de chamar minha atenção.

Não é pela nacionalidade gringa (sempre um bônus) ou pelo cofre recheado, mas pela sua capacidade de ser o MAIS carismático entre todos, de ter boas idéias que revolucionam o mundo (bom, não chega a tanto, mas estou apaixonada) e de termos interesses e afinidades comuns.

Sim, você Steve Jobs me seduziu com a linha dos Macs coloridos, depois com aquela apresentação surreal da primeira família do iPod, de poder confiar em uma equipe talentosíssima para trazer novas e novas linhas desse tocador de música que nos faz desembolsar quase que anualmente muita grana para ter um desses mimos entre a lista dos desejos.

Ah, e agora com o notebook mega fino me dá mais um motivo para suspirar por você.

Sunday, January 20, 2008

giramundo

essa e a unica certeza que tenho na vida.

Gira y da vueltasy rueda girando
Gira y da vueltasy rueda, y rueda
Quiero hacerla un cuadrado,deformarla en un triangulo
Pero la vida siempre vuelve a su forma circular

E talvez o bacana de ser algo tao redondo, sem começo, meio e fim, eh que algumas vezes podemos nos reencontrar com pessoas bacanas, tentar ser feliz uma vez mais, poder corrigir algum erro.

Agora ja estou bem para dizer que encaro, de frente, os proximos desafios. Que venga el toro, cabron.

Friday, January 18, 2008

iluminada

Today I realized that I am a total tease and you may be converted in my easiest rebound

Let the game begin

Sunday, January 13, 2008

imagens mentem

Nao sou tão forte como podem imaginar. Nem tão divertida e certamente nada bem resolvida.
Detesto, choro, quando tenho que tomar uma decisão ou ser a primeira a caminhar, a dar o primeiro passo. Fiquei muito mal quando tive que ligar e resolver as coisas. Queria que alguém fizesse isso por mim. Novamente, na minha vida, deixar a decisão na mão de outra pessoa.

Será que não quero crescer? Será que tenho tanto medo assim de errar? Realmente não sei qual é a razão, mas não gosto.

Também não sou tão forte e bacana assim, quando digo que não me importo em definir a nossa amizade. A afirmação só saiu tão natural porque alguns anos atrás, havia me comentado que jamais seriamos algo diferente. Então, para que entrar na discussão e ouvir algo similar, novamente? Claro que me incomoda o fato daquelas três residências que comentou. Não sabia de uma delas e não posso dizer que fiquei feliz. Mas, hey, somos amigos né?

Toda noite, quando encosto a cabeça no travesseiro, sei e digo para quem quiser ouvir (embora não haja ninguém) que sou frágil e que tenho medo de milhares de coisas. E peço forças para na manhã seguinte seguir sendo a pessoa forte que alguns enxergam e me tratam.

Se pudesse deixar um recado, um manual de instruções para os próximos da lista (sim, eles virão) é handle with care.

Thursday, December 27, 2007

Todavia no lo sé


Todavia no lo sé. Todavia no sé que sentir.
Qué quieren que diga yo?
Qué me siento sola, una tarada por haberle perdido por peleas inutiles y pedidos raros que ahora no me parecen tan importantes así? Bueno, así lo és.
Qué hay veces en que me siento débil, herida y hundindome en un vacio? Qué al otro rato, me siento valiente y fuerte, dispuesta a cambiarle a todo y volver a un sitio lleno de luz y colores?
Qué por veces me parece que estoy en una buena situacion, por tener una vez más la oportunidad de mirarme frente al espejo y elegir, una última vez, ser feliz y compromenterme conmigo misma a enfrentar a mis miedos, de aprender a quererme más y amarme más ? Qué en otro momento quiero pedirle que regrese, que se quede junto a mí, que todavia tenemos mucho amor un al otro y que estoy segura que tendremos una vida linda y llena y larga juntos? Qué no sé que hacer cuando pienso en nuestros planes comunes?
Qué tengo sueños raros en que él me cuenta que está de novio con una chica a quien su mamá le presento? Que la otra noche, bueno era de dia, en que estaba en mi cama, enferma con fiebre, soñe que él se acostara cerca mio, tal como hiciamos en nuestra cama, y me protegió con su cuerpo, tal cual en la realidad común que teníamos? Me desperté con un susto, y quisé, con todas mis ganas, volver a soñarlo, pero no lo logré.
Talvez él tenga razón y muy probablemente él és (oooops - era) lo más sencillo de la pareja. Que él termino todo en una buena hora, cuando todavia aún nos queríamos y fue possible terminar a todo con honor y dignidad, con amistad. Que está es la hora de ponermos más cerca de nuestras realidades, de lo que queremos, en efectivo, hacer con nuestras vidas. Y cuando estemos listos para enfrentar al mundo, una vez más, seguros con nosostros mismos, a solas, talvez puedamos compartir la vida con alguién más (no necesariamente él y yo).
Qué quiere que diga? Que pienso que él era la única oportunidad de tener la vida normal, ordinária y sana de los demás millones o billones de personas en el mundo? Qué sin él, me siento, una vez más, el ser más ajeno de este planeta, a quién la gente en la calle mira y piensá "pobrecita, un ratoncito perdido en este mundo, sin chances de se parecen a nadie más y sin chances de tener una vida igual a que nosotros llevamonos".
Bueno, ahí está mi confesion.

O futuro


Seria a chegada do verão, do ano novo que se aproxima, ou da recém adqurida solteirice?


Friday, August 31, 2007

Signs of better days

Talvez a fase mais negra em que nada estava bacana ou resolvido esteja se dissipando.
Razões para isso são algumas: conversas com os colegas, tentativas de resolver com ele, e a volta dos artistas latinos ao meu iPod.

Sim, mexicanos, espanhóis, cubanos, argentinos, chilenos, guatemaltecos, porto riquenhos cantam, gritam e declamam nos meus ouvidos as músicas mais alegres, cafonas e raivosas possíveis. Jajajaja. Happy days.

Assim, deixo a música do "peço para apertar o botão do foda-se" em espanhol.
Da-lhe Cafe.

Permitanme, quiero tomar el fresco
Ya llevo mucho tambaleando
Permitanme, quiero salir tantito
Ya llevo mucho aqui encerrado.
Que te preocupa si voy a regresar ?

Permiteme quiero tomar el fresco
Ya llevo tres años casado
Permitanos que paremos un rato
Llevamos trece años tocando
Que te preocupa si voy a regresar ?
Que te preocupa si ya no valgo mas ?

Si no regreso, no pasa nada,
Tarde o temprano alguien me viene a suplantar, que no ?
Si no regreso (no pasa nada)
Tarde o temprano alguien me viene a suplantar,

Si no regreso (no pasa nada)
Tarde o temprano alguien me viene a replantear, me viene a suplantar, que no ?

Que les pasa a ellas?

Ontem fui a um happy hour corporativo. As expectativas, sendo assim, eram bem pequenas de boas histórias, risadas e comas etílicos por parte dos convidados.

Mas que nada, doce e alcóolica surpresa. Quando se junta muita mulher e homem chefe que libera tudo em uma mesa de bar, você acaba descobrindo mundos totalmente paralelos, e muitas vezes bizarro.

Alguns highlights: descobri que traição não é bicho de sete cabeças (para muitos presentes), opções sexuais são altamente exploratórias, casamento é um porre e que a satisfação pessoal e amorosa passa LONGE da rotina de muitas. Opa, opa, opa, opa....como assim? Bem, não vou dar nome aos bois e vacas que expuseram seus segredos depois de alguns copos de chope, mas confesso que fiquei pasma.

Realmente, fiquei pensando se todo mundo que confessou abertamente as libidos, pecados e demais temas o fizeram porque realmente eram assim e gostam ou precisavam desabafar, ou então, se era para entrar na onda dos que fizeram isso genuinamente e não queriam parecer caretas ou fora da turma. As hipóteses vão ficar rondando minha cabeça por muito tempo....

Depois de ontem, vou tratar muitas pessoas de forma diferente, mais aberta e menos institucional, pois não são os seres mais caretas e sérios que impunham anteriormente, aterrorizando qualquer simples mortal que tinha medo de errar, e assim, cometer pecado mortal corporativo.

Monday, August 27, 2007

Quando eu falo que o mundo está doido

Está na página do UOL de hoje

26/08/2007 - 10h05
Droga virtual vira mania de jovens na internet


LÍVIA SAMPAIO do Agora

"Escutei maconha e LSD." A frase pode soar estranha, mas é comum entre os usuários do I-doser, site que promete simular efeitos de drogas e gerar vários tipos de sensações por meio de sons. O uso das doses virou mania entre os internautas brasileiros. Só no site de relacionamentos Orkut, as duas maiores comunidades sobre o tema já somam quase 33 mil pessoas, a maioria de jovens de até 20 anos.

Apesar da promessa tentadora de poder usar todas as drogas e experimentar sensações de prazer extremo sem nenhum efeito colateral, especialistas alertam que não há comprovação científica na proposta. "É impossível um som reproduzir o efeito químico de uma droga", afirma o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Segundo ele, o que pode ocorrer é "auto-sugestão". Isso quer dizer que o ouvinte da "dose" pode sentir efeitos semelhantes ao das drogas apenas porque quer acreditar nisso.

O site não é ilegal, porque vende apenas sons. São mais de 170 "doses" com preços que variam entre R$ 5,50 e R$ 400. Algumas são bem curiosas, como a "masoquista", que promete gerar dor, ou a "fora do corpo", auto-explicativa. Também há como baixar as doses clandestinamente, em sites piratas --o que é considerado ilegal.

Bineurais
Os criadores do site empregam a técnica "binaural beats" (batidas bineurais, em inglês), descoberta pelo físico alemão Heinrich Dove em 1839. A tese afirma que caso duas freqüências semelhantes, mas não iguais, sejam reproduzidas em cada um dos ouvidos, haverá estímulos auditivos ao cérebro. Essas batidas são utilizadas, por exemplo, em sessões de meditação e até em algumas músicas.

Tão cansada

Estou cansada de tudo. Simplesmente tudo. Acho que finalmente entendi o que é chegar ao limite.

Tenho o meu limite físico de tanto trabalhar, durante uma semana inteira pois também tive que ficar linda e maravilhosa e simpática e correr atrás das coisas, tanto fisicamente como mentalmente, na sexta a noite, sábado e domingo. Ufaa..

Além disso tenho um limite emocional. E as pessoas, aparentemente não conseguem entender ou respeitar isso. Se eu combinei às 5 pm com alguém um encontro, então espero realmente que o horário seja cumprido ou que me avise que não vai dar para chegar a tempo. Mas realmente é um choque ligar para a pessoa umas 5h30 perguntando "e aí, que horas vai chegar", e ouvir que ainda está presa em um outro compromisso, mas quando eventualmente terminar, aí me ligaria para ver como podemos nos encontrar, afinal há tanto papo para por em dia.

REALMENTE também acho que temos muito assunto a colocar em dia, mas o primeiro deles é a questão do respeito. Não marque algo que não consiga cumprir. E não me faça sentir que sou a última das pessoas a serem comunicadas das coisas ou respeitada. Se a sua prioridade não era assistir ao show comigo, tudo bem, mas não finja que é .

E nesse aspecto, novamente mais uma decepção. Por que passar o fim de semana inteiro esperando um movimento, por mais sutil que seja, seu?? Deveria já ter me tocado de que é tudo MUITO conveniente e de acordo com o SEU cronograma, e não como meu ou com o resto do planeta.

Saudades deveria ser uma força motivadora que impulsiona as outras pessoas para resolver logo essa merda de sentimento. E olha que essa palavra só existe em português, mas são vários e mundiais os casos de pessoas que se locomovem grandes distâncias, enfrentam uma série de situações para se reunir com quem eles amam e sentem falta. Mas tudo bem.

Espero, do fundo do coração, que você resolva essa situação pois está consumindo, não só a você, mas ao relacionamento mútuo. E só digo que estou cansada, beirando o limite exaustivo emocional. Alguém precisa tomar uma decisão, e não quero ser eu quem dará o primeiro passo.

Tuesday, July 31, 2007

So low

This could possibly be the most stupid and lame post I could ever right in this blog. What I won´t give up the idea of writing it.

I am feeling so low right now, which I shouldn´t once I have everything I worked for happening just like I wanted. But, life is unpredictable as always and I couldn´t foresee people's reactions toward the news.

I know that we need constant improvement, that is called evolution, yada yada yada, but it feels so much worst than it should. Seems like everyday, when I drive home, I screwed up most of my day. I don´t want to feel like it. G'd !!

Monday, July 30, 2007

Mondo cane

Que notícia é essa. Pelo amor de Deus. Não sei honestamente o que é pior, se é a morte de um bebê inocente ou o fato de termos uma outra criança, só que maiorizinha, com quatro filhos.

Mãe vai a boate, e bebê morre sozinho em casa em Alagoas

Um bebê de sete meses foi encontrado morto dentro de uma casa no bairro da Jatiúca, zona norte de Maceió. De acordo com a Polícia Militar de Alagoas, o garoto havia sido abandonado pela mãe, Tatiana Evelin de Sousa Sena, 18.Em depoimento, a mãe do bebê disse que alimentou o bebê por volta de 1h do domingo e saiu para uma boate em Jaraguá. Quando ela voltou, ele tinha morrido, disse.


Tatiana foi detida acusada de abandono de pessoa incapaz e conduzida à Delegacia de Plantão 3, no bairro de Jaraguá. Segundo os policiais que efetuaram a prisão, ela tentou reagir e, com o tio Antônio Marcos Ferreira da Silva, 22, tentou agredir os soldados.

O corpo do bebê foi levado ao Instituto Médico Legal Estácio de Lima para que fosse determinada a causa da morte. Após a necropsia, o cadáver deve ser liberado para o sepultamento. O bebê era o quarto filho de Tatiana.

What goes around comes around

Lembro-me de uma colega de turma da faculdade que era, até certo ponto, mal entendida por todos. Baixinha e folgada, ela tinha o hábito de se julgar superior e se auto-entitulava mais sofisticada (oops, melhor dizendo Hype) que os demais.

E isso acabou criando alguns blocos de amizade. Tinham aqueles que a apoiavam e outros tantos, nos quais eu estava no meio (na época não liderava nada -- e talvez tampouco o faça hoje) que a achavam patética. Tanto que em certa época, fizemos algumas sacanagens com ela.


Pensando bem, oq me incomodava nela era o tom superior que ela tinha que era injustificado. Quem se torna superior, quem tem um ar superior mas tem motivos por isso é bárbaro na minha opinião. Olha só que legal, é genuíno o perfil e a atitude da pessoa. Só que com essa garota não era. Era falso, imposto e irreal. Talvez fosse uma tentativa para ela sentir mais segura e ganhar amigos na aula. Quem sabe onde ela está atualmente -- será que trabalha, ganha bem, é bem sucedida ou feliz/

Hoje em dia, não posso ser sacana com algumas pessoas. Bem, se fosse uma pessoa do bem, não sacaneria ninguém, mas sou apenas humana e falha. Só que há uma pessoa que anda me incomodando para caramba. Pelo tom de superioridade que tenta impor.

Querida, não somos superiores a ninguém, só que nesse exato momento, queiramos ou não, eu estou em um cargo acima do seu. E nem se eu pudesse ou quisesse, não conseguiria colocar um ar de sabidona ou de dona suprema da verdade e do conhecimento. Então, pode parar com esse jogo de mind power pois está acabando com nós duas, e a verdade é que nele, não há vencedores.

E lembre-se, what goes around, comes around. Nem ouse brincar ou mexer comigo se não quiser enfrentar o que pode aparecer no seu caminho. Lembre-se do recado sempre que tentar me sacanear.

Friday, July 06, 2007

Temas intrigantes

Alguns temas estão me atrasando o sono em uma adorável noite de sexta-feira e me motivam a entrar na internet para debater, expor e colocar a público o que anda zanzando na minha cabeça.

Em primeiro lugar é que diabos acontece com o futebol no Brasil. Quem colocou o Dunga como técnico da seleção?? Por que ele escala um time cheio de zaga em um jogo que se precisa ganhar, como foi no caso do misero jogo em que o gol de penalti do Robinho foi o salvador??

Será que o mundo parou, a rotação da Terra teve alguma significativa mudança hoje, nessa sexta-feira quase mística, quando o Brasil (seleção sub 20) perdeu de 2X1 para os EUA!! Fiquei chocada ao assistir o jogo. Muitas das cobranças do goleiro americano foram feitas pelo zagueiro. Como assim!! Pára tudo!! O que acontece com o goleiro...tentei descobrir se ele não conseguia bater uma bola a média ou a longa distância, mas não consegui. Um completo enigma.

Talvez enigma maior seja o email randônico recebido hoje (daqueles modelos spam de apresentações filosóficas e com mensagens super positivas e blá blá blá com música cafona, bichinhos e bebês fofos...etc) de um conhecido que já era quase desconhecido assinando o seu nome completo e abaixo colocando seu "título". DJ.

ARGHHHHHHHHH -- a interlocução serve tanto para imaginar que tipo de DJ ele terá se tornado como para todo o resto que se imagina para tentar criar uma linha racional e lógica para conceber o fato de que o ser humano partiu de uma carreira considera mais estável e de um perfil de vida similar para uma vida e rotina de DJ!!

Bom....chega de ficar imaginando situações bizarras. Até a próxima e aguardem meu retorno das férias para ver como irei sobreviver!

Wednesday, July 04, 2007

De ferias

Eu sei que já disse mil vezes que trabalhar é bom, que me realiza mentalmente, que me estimula, etc. O que não havia dito antes, e talvez seja porque não tenha experimentado com tanta frequência é que as férias são o máximo.

É divertido não ter o que fazer. É ótimo não ter agenda, programação, compromisso, etc. Acordar a hora que quiser, arrumar a casa, as suas coisas, a sua vida enfim. Talvez esteja gostando tanto disso que terei trabalho quando voltar à rotina. Terei que me re-acostumar a ter cobranças e a aprender a cobrar, a ser cada dia melhor e fazer as coisas acontecerem.

E o melhor, estou com tempo de ler, de fazer o que gosto, ser mais bacana e relaxada com as pessoas que mais merecem esse meu status mais gentil, atencioso e delicado. Enfim..viva las ferias

Thursday, June 21, 2007

Muito interessante

Adoraria participar dessa exposição. Imagina mergulhar e ver isso.

Wednesday, June 20, 2007

Sem essa

Estou há dois dias das minhas férias. Míseros, mas maravilhosos 15 dias de distância de computadores, e-mails, notícias do mundo corporativo, sem gerenciamento de crises ou demandas esdrúxulas por parte de colegas. Na tentativa de diminuir minha felicidade, saiu hoje no site G1 uma notícia com pesquisa sobre as profissões mais complicadas e infelizes dos tempos modernos. A abertura da notícia é: A revista norte-americana “Pop Science” publicou nesta semana sua lista anual dos piores trabalhos que uma pessoa pode fazer na área de ciências. “Saudamos os homens e mulheres que realizam funções para as quais não existe um salário adequado”. Para ler mais, clique aqui . Obviamente jornlaismo e assessoria de imprensa não estavam nessa lista. E sim, estavam os rofissionais de segurança da Microsoft, oceonografos, entomologista forense, testador de anti dopping. etc. Em outro ponto relacionado a profissões, essa semana fiz um teste completo na academia, em que eram medidas minha condição física, flexibilidade, peso, altura, saúde, capacidade de absorção de oxigênio durante esforço físico, etc. O profissional que faz esse tipo de teste, por si só, já pode lamentar da sua carreira, afinal não são Gisele Bundchens ou Fernanda Kellers que fazem esse tipo de análise, e sim gente mal humorada, estressada e acima do peso como eu. Mas a história era outra, para amenizar a situação ridícula rolou aquela conversinha informal de mundo moderno, correria do dia a dia, estresse, tensão, exigências da carreira, chefes pouco compreensivos, etc. E o rapaz me diz que a vida DELE é estressante!! Como assim? Amigo, você passa a manhã e tarde sentando em uma saleta estranha, conversa 15 minutos com pessoas, coloca um tubo de respiração na boca delas, aperta um botão para acelerar uma esteira, faz uma série de pedidos para medir a flexibilidade, manda alguém subir na balança mágica e isso é estressante?? Aonde vai parar esse mundo? Não sei e tenho medo da resposta, mas prometo só tentar descobrir daqui a 17 dias, quando voltar a esse mundinho cotidiano.

Friday, June 15, 2007

Lauryn Hill, a diva

Depois de duas horas de atraso, a Ms. Lauryn Hill (assim ela se auto-entitula) entra no palco do Tom Brasil para sua performance tão aguardada por uma multidão desesperada e apertada na pista. Eu, por estar a trabalho, estava um pouco menos apertada em um camarote cheio de gente vip (celebeldades de level A to Z).


Não que isso fosse sinônimo de prazer. Imagine ficar das 20:30 às 23:00 esperando ilustres coleguinhas chegarem para retirar o convite, programado para entrega às 21:30, pois em teoria o show iniciaria às 22h. E depois disso, ficar de pé tentando bancar a gentil e fingir que não está incomodada com o calor do lugar, com as pessoas te olhando estranho ou com o salto do sapato que está insuportavelmente alto naquele já tarde momento do dia.


Às 2:30 da matina, quando acaba o show, a diversão não pára. É preciso se desvencilhar de um velho bêbado chato e aguardar o executivo-mor presente se retirar do recinto, despedindo-se de todas da equipe com beijinhos no rosto. De quebra, deixo os comentários das demais coisas estranhas que ocorreram na ocasião: imagina ter "aulas" de dança (com direito a rebolado e mão sensual) com uma colega da Vila Brasilândia de Negra Li, ao nosso lado, a oportunidade de ver a W(V)anessa Camargo louca dançando feito uma minhoca no cio fazendo caras e bocas sexy para o marido e um rapaz nano arrasando na pista do camarote, com destaque para seu sex appeal com a mulherada. Pena que não conseguir tirar essa foto para o Lelê.


Monday, June 04, 2007

Te entendo


Tem dias em que nem com o melhor jogo e batalha em quadra, você sai ganhando a partida. Só que diferentemente de você , do seu patrocínio e do seu dinheiro não posso quebrar sete raquetes por jogo. Não consigo nem quebrar um lápis por dia.

Hoje é um desses dias. Por mais que me desdobre para revisar textos, acompanhar entrevistas, cobrar e incentivar pró-atividade, resolver problemas pessoais, ter momentos sérios e divertidos, não fui suficiente.


Ainda me olharam e afirmaram (ou, alguns, deixaram a entender) que fiz tudo errado! Já não sei mais. Não quero ficar revisando texto de quem separa sujeito do predicado ou que brinca de batalha naval com a pontuação dentro de um texto. Hoje é aquele dia que tudo o que quero é mudar de emprego. Ou de vida.


Wednesday, May 30, 2007

Ele perdeu

Falando nele. Safin.

O rapaz caiu na primeira rodada de Roland Garros de um cara que saiu do quali. Dá para entender como um ex-número 1 do mundo perde assim, tão feio??


Obrigada

Obrigada por não ter perdido a paciência e a esperança comigo.
Não sei se teria conseguido chegar até aqui sem o seu apoio.

Pelo que estou passando hoje, por própria experiência, sei que não teria conseguido se estivesse no seu lugar. É duro lidar com gente cabeça oca e que detesta estar errada. Hoje entendi tudo o que fez por mim.

Tuesday, May 29, 2007

Eu Safin, ela Lapenti

Lembrei-me agora, em época de Roland Garros (já sonhei que era pedida em casamento na grande final do torneio), da fase em que eu e a minha hermanita (saudades suas!) tínhamos nossos tenistas favoritos para torcer ao longo do ano e tentar aliviar os momentos de tensão ou de tédio que rondava nossa rotina diária de repórteres online.

Eu era fã do Safin, ela do Lapenti (tal como no título desse post) e passávamos os tempos livres buscando informações sobre eles para abastecer nossas cacholas jovens e frescas do mundo da comunicação e da imprensa. Era adorável. Ter outra pessoa com idéias tão divertidas para dividir, fofocas de trabalho, pessoais e dos tenistas-ídolos para nos fazer rir ao longo do dia.

Diversão saudável. Acho que falta isso agora no ambiente atual de trabalho. Não é que não existam pessoas adoráveis também com quem trabalho ou que não tenhamos nossos momentos de diversão. Mas a responsabilidade é outra e nem sempre as pessoas se lembram que é preciso rir para sermos melhores.

E digo melhores da maneira mais "humana" possível. Pois acho que rindo e se divertindo você contagia o outro, você realmente percebe as sutis felicidades cotidianas. Elas estão, seguramente, armazenadas nas coisas mais simples e bestas do seu dia. Não espero que a felicidade chegue a mim embrulhada para presente em uma caixa gigante.

Ela está escondidinha, feito quebra-cabeça pronta para você juntar pedaço por pedaço e ver que é só isso mesmo. Sem embrulhos ou frescurinhas: simplesmente ela está pronta para você! Aonde menos esperar.

Tuesday, May 15, 2007

Família para quê?

Sabe aquela semana em que você fica a um passo de pedir demissão, fugir para algum lugar distante e se tornar uma eremita sem contato com o mundo ou com qualquer ser humano que tenha passado pela sua vida ou que atualmente faça parte dele?

Pois é. Semana passada foi essa. E para coroar, no final de semana descobri que família é tudo igual. Uma merda. Fui vítima (e não estou sendo fatalista não) de pessoas e de motivos egoístas que conseguiram arruinar todo um fim de semana e praticamente desunir toda uma família??

Foi a gota d´água em alguns aspectos. Literalmente perdi o meu ponto de referência. Caíram alguns ídolos. Foi muito triste.

Thursday, May 03, 2007

Muda de faixa

Não sou a pessoa mais fácil e meiga de se conviver, mas também reconheço que há casos piores.
Que tal uma pessoa escutar a mesma e única música depressiva todos os dias, 5 horas seguidas, para ter inspiração?

Detalhe: enquanto a inspiração não chega ao cérebro, esse ser humano desfruta de mais horas livres do que pode realizar fumando, paquerando colegas de trabalho, repassando a lição de casa dos filhos ou falando besteiras escatológicas por telefone.

Hoje chegou ao meu limite -- me segurem para não sair por aí atirando o CD no lixo. Vou tentar a respiração "aquática" da yoga. 5.....4.......3.......2.........1

Wednesday, May 02, 2007

Los quiero matar

Depois de passar parte do meu feriado de Dia do Trabalho (no qual, em teoria os trabalhadores descansam e são homenageados com eventos populares e populescos que jamais participarei) trabalhando, recebo hoje um feedback do texto.

Aliás, o texto não era designação minha, não está no meu "job description' (estou aprendendo a gostar dessa palavra) e realmente não vou ganhar um centavo a mais por ele. Independente disso tudo, os comentários do texto -- divididos entre as duas pessoas que me pediram isso -- são conflitantes.

Uma faz tanto bronzeamento artificial que se esquece de ser educada diariamante e tem o cérebro tão fritado que acha que sabe escrever. Pena que os curtos diálogos cheios de gíria em IMs não contam, né, cenourinha??

Já a outra, meio mãezona de toda uma área, tem toda a história na cabeça e me obriga a escrever com base no que eu não sei e muito menos conseguiria contextualizar. Em dias como esses, tenho a certeza que não poderia possuir armas de fogo, pois mataria com facilidade e sem remorso.

Por prezar muito minha liberdade, engulo (mal engulido) os comentários e tento refazer da melhor forma possível, tentando no meio do caminho ser simpática. Não sou adorável?

Friday, April 27, 2007

Nada com um Shakespeare

"All the world's a stage,And all the men and women merely players.They have their exits and their entrances,And one man in his time plays many parts,His acts being seven ages."
--Da peça As You Like It

Vai para quem importa ler isso.

Wednesday, April 25, 2007

Permitir a si mesma

Prometi a mim mesma que ontem, mesmo que você chegasse mal humorado em casa, tarde, reclamasse do jantar ou da maneira em que manuseio uma faca -- provavelmente o modelo errado para o corte ou o alimento que planejo esquartejar -- não reclamaria.

E deu certo. Meu dia tinha sido tão cansativo, estressante que me permiti deixar tudo isso do lado de fora da porta. Adorei jantar com você, ficar jogando conversa fora até tarde da noite, e nos recolhermos para dormir. Acho que é isso que você tem em mente quando imagina uma família feliz e bem estruturada né?

Gostei da idéia. Vou me esforçar para ser assim mais vezes. Te amo.

Tuesday, April 24, 2007

Culturalmente pouco evoluída

Talvez minha paixão por música desconhecida e de gosto duvidável pode estar baseada no fato de eu ser culturalmente pouco evoluída. Explico melhor: ontem voltando tarde da noite do trabalho, sintonizei a rádio do carro em uma estação com música calma, tranquila, para não chegar tão "pilhada" em casa.

Um programa sobre música nacional estava no ar, com duas novas cantoras da MPB, aparentemente as novas divas. Dei-me a chance de conhecer algo novo, saborear e experimentar novos sons. Mas não tive sucesso. Uma delas cantava uma nova versão daquela música "Copacabana, princesinha do mar... la la lala". Só que não era uma melodia. Era uma voz com sotaque extremamente carioca declamando um poema quando de vez em quando tocava um som de instrumento no meio do caminho para tentar soar como uma música.

Já a música da outra cantora tinha instrumentos e harmonia, mas não decolou. A composição era linda, a letra mais ainda (afinal sei que o português é uma das línguas mais apaixonantes e melódicas para se escrever, ouvir ou ler) só que não agradou meus ouvidos.

Queria MESMO ser mais evoluída nesse quesito, ser capaz de absorver o que mentalmente e didaticamente sei sobre a importância da MPB, da bossa nova, e incorporar esses conceitos no meu mundo musical. Mas faltam alguns anos luz para isso.

Monday, April 02, 2007

Programas ruins

Não sei quem um dia disse que TV aberta era boa. Em nenhum país do mundo, os canais e programas de televisão se propoem a ser bons. Educativos, inteligentes. Nada. É só ser comercialmente lucrativo, ou seja, produção barata com muita entrada de dinheiro de merchandising ou comerciais.

E o povo assiste. Não só eu, você, o dono do restaurante mais badalado e caro da cidade como aquele retirante que acaba de desembarcar na cidade grande e comprou no crediário uma televisão a cores de um tamanho quase tão grande quanto a casa/barraco em que mora. É unânime. Hora ou outra, você vai assisitr e se deparar com um programa chiclete. Por mais que não queira, você insiste em dar uma segunda olhada no canal.

Os programas são ruins, apelativos e tudo mundo sabe. Não tem como fugir da regra de mulheres bonitas de pouca roupa, apresentador carismático mas sem conteúdo, convidados boçais que vêem no programa uma plataforma para voar mais longe no mundo do showbiz (nem sempre dá certo né), apresentações musicais sofríveis mas que são do gosto populesco.

Só que às vezes, isso é apelativo por demais. Hoje, por exemplo, tive que assistir ao dia de noiva e do noivo, além de cenas íntimas do casamento da Ana Maria Braga. Achei um pouco demais. Não tinha sido convidada para a festa, não tinha interesse em ser ou de ver a cerimônia, ou quitutes oferecidos, muito menos da lista de celebeldades convidadas. Isso, eu folheio enquanto estou no cabelereiro nos fins de semana. Sem pretensão de ser uma literatura apurada. São fotos que viro a cada folha de revista torcendo para não borrar a minha unha recém feita.

E hoje mesmo teve uma apresentação pior. Imagine um debate na TV, em um programa matinal, sobre gaguice. Com dois gagos tentando narrar como é viver desta forma. Sem condições. Não consegui assistir nem a 7 minutos de programação. Foi lamentável. Beirou o hilário e o ridículo.

Thursday, March 29, 2007

de volta

Passei tanto tempo fora que as atualizações acabam se fazendo mais do que necessárias. Mas o que seria interessante ou pertinente depois de tanto tempo afastada?

Acho que para começo de conversa, posso contar que tive uma promoção no trabalho. Sou coordenadora da equipe agora. Super bacana, certo? Sim e não. Profissionalmente não se discute o bacana da história. Só que tive uma baita crise de estresse que culminou em uma semana e meia de gripe ferrada, crises alergicas, dores pelo corpo e afins.

A questão é parar de me dedicar tanto ao aspecto profissional da minha vida, pois já está bacana. Daqui a pouco eu volto a analisar isso (hehehehe) e me dedicar a mim. Para quem lê, isso pode ser ridículo, afinal como alguém pode se dedicar mais a uma carreira do que a própria saúde, relações familiares, amigos, etc. Pois bem, eu sou uma dessas pessoas anormais.

Prometi à minha mãe, antes de sua viagem paradisíaca, que cuidaria melhor de mim. Ah... o meu noivo também ouviu a mesma promessa. Dois santos... para algum deles eu tenho que pagar a promessa né?

Para verem o estágio do meu descuido comigo mesma, certo dia, em um evento profissional, uma mulher totalmente sem noção que me conhecia há poucas horas, me pergunta para quando nasce meu filho! Que filho? É a gordura e o desleixo mesmo. Vejam só o estado calamitoso da situação.

Em outro ponto interessante - vai ter uma reunião de cinco anos de formados da turma da faculdade. É muito tempo. É muita água por debaixo da ponte. Fiquei pensando. Cinco anos atrás jamais poderia imaginar que minha vida estaria no ponto em que está atualmente. Não é muita doideira? E a sua vida, está no ponto em que você pensava estar em cinco anos?

Monday, February 05, 2007

Odeio rotinas

Não descobri ainda o que gosto menos. Se é a rotina de ir fazer a série de musculação, ou quando você não faz a maldita série e quer reiniciar o programa, você marca uma consulta com um dos professores da academia e ele te trata como retardada?

A pergunta foi - "por que você não gosta e não mantém a rotina de treinamento muscular". Minha resposta foi direta, pois embora adore os resultados, acho uma chatice aquele programa todo igualzinho meu e de todos os demais daqui, sem ênfase alguma nos objetivos que eu quero alcançar para meu corpo.

O rapaz, coitado, emendou - "legal. Vamos então fazer um treininho básico, super tranquilo com as séries mais comuns dos aparelhos". E logo depois veio ele me mostrar, de muita má vontade, a série de exercícios e inclusive me mostrando como funcionavam as máquinas, coisa que comentei com ele que já conhecia há muito tempo.

Pelo amor de Deus. Certamente ele tem ouvido mas não sei se está disposto a gastá-lo com ouvir determinados comentários que o tirem de sua zona de conforte e o façam raciocinar um programa que não me deixe entediada.

se achavam que aquilo era ruim

Para aqueles que achavam que a semi piadinha do prefeito de SP, Gilberto Kassab, fez sobre o motel próximo à cratera do metro em Pinheiros, vai o meu recado - "reconsiderem".

Em primeiro lugar, após ver o vídeo do comentário pelo Youtube com meu noivo percebi que não foi tão propositalmente piadista. Foi só um comentário péssimo veiculado em uma mídia televisiva e em um programa com viés intelectual como do Cesar Giobbi. Realmente, ele poderia ter ficado calado ou sei lá. Tenho mais vergonha pelo grupo de assessores e time de comunicação dele que não o prepararam ou sei lá o que foi que precisavam ter feito para evitar esse mal estar.

O pior mesmo dele veio hoje. Em uma cerimônia oficial para a inauguração de um posto de saúde ambulatorial (AMA -- não sei ao certo o nome correto do projeto), o nosso adorável prefeito foi visto e gravado expulsando aos berros com termos como vagabundo, dentre outros, um cidadão que foi protestar contra a lei da eliminação da propaganda visual externa na cidade de SP. Veja só se isso não é mico. A piadinha foi inapropriada, mas não foi nem uma piada e ele citou o momento trágico ao qual aquela história fez parte.

É MUITO pior o que ele fez. Em cerimônia pública como ele pôde expulsar aos berros uma pessoa que estava reivindicando ou protestando, coisas a qual todos nós temos direito??? E o pior, segundo o rapaz ele foi ao lugar para solicitar um exame odontológico no filho. E o proteste deve-se porque depois da aprovação da lei ele não consegue mais emprego de emplacador ou sei lá o que e está com três meses de aluguel atrasado.

Não quero justificar nada e nem defender ninguém; só acho que se o rapaz teve mesmo todos esses problemas e queria protestar e ouvir uma resposta do prefeito, no mínimo ele poderia ter feito alguém de sua comitiva atender o rapaz, pegar as reclamações e sei lá depois da alguns dias mandar uma carta. Ou então, melhor ainda, ele ir direto ao ambulatório odontológico junto com o rapaz e seu filho exigindo um pronto atendimento ao moleque. Certamente uma atitude dessa, por mais marqueteira e politicamente barata, surte efeito na nossa população.

São só idéias Kassab. Mas cuidado com a boca

Thursday, January 04, 2007

Agora entendi


Não é a toa que caio sempre, seja descalça, com sapato alto, sandália rasteira ou tênis de ginástica. Simplesmente é algo além do meu alcance e da miha visão.


Tuesday, January 02, 2007

Ano Novo


Revisão 06 - Previsão 07

Não consegui ter um tempo útil e criativo para fazer o ranking oficial dos melhores e piores de 2006, mas gostaria de elencar alguns fatos.

Melhor momento - casamento da minha irmã
Pior momento - a troca de destinatários de e-mails
Melhor festa - casamento da minha irmã
Melhor presente - iPod
Melhor show - U2 na área vip
Maior desafio - Oásis
Maior alegria - Oásis
Melhor companhia - o noivo
Pior companhia - em alguns momentos eu mesma
Melhor conquista - estado espirtual, profissional e pessoa atual
Objetivo não atingido - academia e balança

E como previsão para 2007, faço minhas as palavras dele - que esse novo ano seja uma continuação do que já foi conquistado e merecido e obtido em 2006. Que todos os projetos encaminhados sejam concluídos o que evoluam algumas etapas no decorrer do ano. E que eu ganhe mais consciência de determinados fatores e objetivos e realmente transforme eles em atitudes positivas e definitivas na minha nova vida.

Bom ano a todos!

Wednesday, December 27, 2006

Fechado para balanço

Todo ano termino o blog com uma análise do que aconteceu, dos prós e dos contras e com uma listinha dos melhores e piores momentos em vários aspectos. Confesso que ainda não parei e respirei fundo para elencar o que vai em que categoria.

No entanto, pelo pouco que consigo ponderar é que esse foi o ano do amadurecimento. Seja por ter aprendido mais de mim, por ter que aprender -- na marra -- a controlar minhas finanças, por estar "namorida", por ter comprado minha casa, por ter me "firmado" na minha profissão e estar no rumo de consolidação profissional.

No entanto, em alguns outros aspectos fiquei muito a dever, não emagreci nenhum grama, não fui devidamente aos médicos checar minha saúde, não vi minhas amigas o tanto que eu queria, enfim, milhares de coisas que ficaram faltando.

Estou começando a acreditar (nem que seja mentira, mas para mim é bem conveiente) que não se pode fazer tudo sempre. Conquistei grandes passos rumo à minha maturidade - e agora talvez só falte algumas coisas que vão me deixar mais plena e mais feliz.

Quem sabe uma coisa não vem sempre depois da outra né? Só se pode saber o que deixa alguém pleno e feliz depois de ter uma certa maturidade para definir prioridades e etc.

Bom, depois coloco no ar meu ranking melhores e piores do Ano.

Tuesday, December 05, 2006

Ninguém mais tem

Minha avó é única. Ninguém mais tem uma pessoa tão legal, tão honesta e coruja como ela!!!

Friday, December 01, 2006

Semaninha Surreal

Só posso dizer que essa foi uma das semanas mais corridas, surreais e longas dos últimos tempos. É óbvio e redundante imaginar que estou para lá de cansada. Mas também me conforto nas palavras de minha mãe de que eu estou justamente aonde sempre quis estar. Com seus prós e contras.

Talvez seja isso mesmo. Se não tivesse perdido várias noites por causa de trabalho, de ter dormido fora de casa para organizar a bagunça e trabalhar pelos outros (que nada fizeram, a não ser dormir), eu não teria curtido tanto voltar para casa e dormir bem agarradinha a ele, dando o devido valor ao momento. Pois é... reclamar é ótimo, mas sempre reclamo de boca cheia.

Tuesday, November 21, 2006

1 em 1248 semanas

Depois de 1.248 semanas sem férias (leia-se aproximadamente seis anos) tirei uma mísera semaninha de férias. Incríveis férias. E não que eu tenha torrado dinheiro em uma viagem a um lugar paradisíaco ou realizado desejos eternos como mimos em cabelereiros, salões de beleza, massagens ou todo o tipo de cuidados excessivos e fundamentais. Simplesmente não fui trabalhar.

Por mais workaholic que eu seja (e eu sei que sou), há um momento em que a cabeça pára de pensar. Não se consegue desenvolver uma linha lógica de raciocínio, as coisas e pessoas perdem a graça e a irritação -- com tudo e todos -- torna-se praticamente dona do seu bom (ou não) humor.

Passei adoráveis sete dias ao lado da minha cara metade (que também conseguiu uma seminha off). Fizemos o que mais gostamos de fazer - relaxar - e juntos, isso pareceu algo quase tão idílico quanto uma semana em um resort praiano com tudo pago e muito, mais muito mar e vento e sol - com água de coco e lagostas. ah... até porque essa história de cabaninha em praia e pé no chão pode ser bacana mas está longe de ser idílico.

Agora a volta ao cotidiano está meio lenta. Não sei o porquê. Ao mesmo tempo em que parece que mal sai daqui, não consigo ainda me ajustar a ler os e-mails, voltar ao ritmo de divulgações, reuniões e muito menos acreditar no que rolou nessa semana de folga. Como assim? Só esses passos foram dados? Peraí..ninguém pensou em outras coisas??

Mas foi bom. Só peço desculpas - e aqui publicamente - àqueles com quem marquei de sair, mas não consegui nem ligar de volta. Literalmente não deu. Ou porque estava fora da cidade, ou porque estava fora de sintonia. Mas prometo que essa semana todo mundo receberá um e-mail, SMS ou telefonema para combinarmos o que fiquei devendo.

Thursday, November 09, 2006

Alguns são melhores do que os outros

Conselhos de mulheres: alguns elogios simplesmente são melhores que outros.

Claro que para alguns, mais do que o elogio, o importante é o interlocutor. Já para outros, uma conotação inesperada já se torna um baita de um alimento ao bom humor.

Indiscutívelmente há elogios melhores que outros. E isso pode variar para cada um, mas todo mundo sabe exatamente qual palavrinha mágica soa melhor ao ouvido.

Mas o que realmente mata toda e qualquer mulher é a falta de elogios. É verdade. O que mata e dói é não ouvir um que linda que está hoje, como você fica bem com tal roupa, nossa, você é demais, etc, etc, etc. Por mais que nos façamos de modernas e indepedententes, somos todas uns bichinhos pequenos e frágeis a espera de um elogio.

Conversando com uma colega hoje, ela contava o seu ubber descontentamento pois não havia sido motivo de elogios, enquanto outro colega sim. E não quero aqui discutir mérito, o talento ou esforço de um ou do outro, nem das razões para que apenas um o tenha recebido, mas entendo o lado dela. Não precisa muito para se motivar alguém -- seja mulher ou não -- apenas um sorriso e um elogio, por mais light que seja, que surge energia e motivação para continuar.

Wednesday, November 01, 2006

Precisa de mais um

Para se conhecer bem, precisa-se sempre de mais uma pessoa, a fim de te dar uma visão externa da sua personalidade. Apontar defeitos, qualidades e características típicas de determinado ser.

Cito alguns exemplos:

- Descobri que durmo de boca e, às vezes, olhos abertos depois que passei a dividir a minha cama.
- Percebi (ou melhor, perceberam) que tenho certas frases chaves, e que algumas já ficaram insuportáveis.
- Aprendi que aparentemente só eu desteto ficar me enxugando com toalha após o banho (vide meu sonho de consumo ser un robe felpudão)
- E que toda vez que eu tropeço e fico a ponto de cair no chão, solto um gritinho tipo "ai" com teor de estou tomando um susto.

Mas ainda bem que não cai nessas três vezes que tropecei no shopping, hoje, durante o horário de almoço.

Monday, October 30, 2006

Não dá para entender

Tudo bem que ando meio mal humorada ultimamente, mas não dá para aguentar algumas coisas.
E nem quero ser filosófica de falar da pobreza do mundo, corrupção e outra malezas humanas, mas não necessariamente modernas.

Falo de alguns tipos de pessoas que me tiram do sério. Um desses tipos é o enólogo ou amante da arte do vinho (sim, porque para eles vinho não é uma bebida alcóolica fermentada de uvas de determinada parreira ou área geográfica, e sim uma arte).

Tenho certeza que eles inventam o que dizem sobre o aroma, buquê e outras caracterísitcas do vinho. Este fim de semana, estava vendo TV com minha mãe quando nos deparamos com um programa desse gênero. E o apresentador tentava explicar aos telespectadores o paladar e notas do vinho. "Atrás da madeira tem ... ". Não resisti e adicionei "um prego".

Peraí, como ao tomar um só gole de vinho, por mais apurada que estejam suas papilas gustativas, um ser humano consegue ter a cara de pau de falar que atrás de um sabor tem outro, mas que na entrada remonta a uma peculiar sensação de outra??

Palhaçada. Só pode ser. Basta inventar uma coisa ou outra e falar difícil que de repente se diz entender de vinhos. Uma vez, inclusive, escutei um sujeito falar que o vinho tinto deixava um sabor de chocolate.!! Amigo.. não é um ovo de Páscoa. Vinho deixa gosto de UVA!!

Tuesday, October 24, 2006

Esses modismos

Gostaria de poder efetivamente alertar todas as "celebeldades" de que adoção não é uma moda.
Não é como adquirir um novo casaco de marca ou então ser a primeira a entrar na mais descolada casa noturna ou restaurante.

Primeiro foi a Angelina Jolie com seus filhos de países desconhecidos, mas que com a devida atenção da mídia (que tipo de mídia é essa mesmo??) e com dinheiro americano para pagar saúde, roupas e tratamento, transformou os filhos recém adotados em celebridades instantâneas.

Depois vieram outras celebeldades de Hollywood, com mais ou menos destaques, que decidiram dar amor instantâneo e incondicional a crianças africanas e asiáticas. Nenhuma delas pensou em pegar uma das crianças de seu próprio país, cujas mães adolescentes as entregaram para a adoção por não terem condições de criar (seja financeira, emocional, de saúde...)

Certa vez, durante uma daquelas viagens corporativas em que se passa mais tempo em aviões e aeroportos do que propriamente no evento que você vai cobrir, comprei uma revista gringa que a repórter (muito sabiamente) criou uma pauta em se passar por várias situações duas vezes - uma delas como ela faria normalmente e na outra coberta e recheada de determinados estereotipos). A situação mais hilária foi uma em que ela tentava almoçar em um bistrô charmoso de Los Angeles com uma criança americana, gordinha com cara de sapeca, e depois com uma outra asiática, para ver a reação e o tratamento que seria dado.

Resultado: ao lado de uma criança asiática, a repórter conseguiu uma boa mesa, teve todos os pedidos prontamente aceitos e acatados, e se a criança fizesse farra, sujeira e tudo mais, as pessoas olhavam dando sorrisos e catando os lixos deixados para trás. Pois é. Virou chique adotar crianças internacionais. Tá na moda. Só falta aparecer em alguma capa de revista de moda que dita as tendências para as próximas temporadas.

No entanto, o que me chocou mesmo foi a decisão de uma criancinha africana pela rainha do pop, a Madonna. Não estou nem discutindo a questão da criança ter um pai - que supostamente não sabia que a adoção seria permanente - mas sim debato o fato de que quem levou a criança do Malauí foi uma assessora/assistente da popstar e não a nova mãe do bebêzinho.

Que tipo de mensagem de amor incondicional, de dedicação pode ser passada por meio desse ato? Se nem trazer em seus braços, para aninhar em seu colo durante o vôo o novo filho (e diga-se de passagem para o resto da vida) a cantora fez, o que ela também regulará e deixará para os demais fazerem por ela?

Mas de qualquer forma eu sou sim a favor da adoção. Falo em alto e bom som para várias pessoas que eu até quero filhos, especialmente se eles já vierem prontos. Apesar de que depois de conhecer uma determinada pessoa, essess instintos maternais próprios afloraram. Vai saber né?

Só realmente espero que esses modismos sejam passageiros, e que as crianças e seus novos pais sejam muito mais felizes do que antes.
Y el problema es que te creo. É assim mesmo. Posso ficar brava, chateada, sair espumando, mas é só dizer uma ou duas palavras de efeito que acabo acreditando em todas. Caio como um patinho. Vim trabalhar hoje super chateada e puta pois até comecei a acreditar que eu não sou nada além de um ser humano preguiçoso e orgulhoso. Pelo menos a parte do "gorda" ficou de fora desta vez.

Preciso mesmo de férias. Não só do trabalho que está me deixando louca, mas também de mim, de tudo. Distância da minha realidade cotidiana para que eu possa me redescobrir e ganhar uma nova energia. Energia para encarar novamente o mundo, fazer tudo o que precisa ser feito, enfrentar quem eu preciso e abaixar a cabeça nas horas justas.

Vamos ver quando eu me dou essas merecidas férias. E que seja logo.

Friday, October 20, 2006

Cinderela


Ultimamente ando me sentindo um pouco como a Cinderela. E honestamente é um saco. Como não acredito em conto de fadas, não curto a possibilidade de um rato costurar um vestido para mim e meu castelo não está tão próximo assim, o final da história não é tão bacana como no conto de fadas.

Nas ordens abaixo, ao se substituir o nome da Cinderela pelo meu, verá as minhas últimas semanas.

"Cinderela, conserte a luz da cozinha, depois passe no supermercado e compre o que eu vou comer durante a semana. Cinderela, pague, resolva e organize o envio e recebimento do presente da família. Cinderela, obrigue o seu namorado a vir pegar no melhor dia para mim o que eu quero te dar de presente para o seu futuro. Cinderela descongele a geladeira, resolva meus problemas e cancele a minha linha telefônica. Cinderela, não se esqueça que você terá que ir e vir e nos pegar e viajar e ficar a minha disposição".
Pena que como nos contos de fada, politicamente corretos, eu não posso mandar a família se danar e se explodir. Mas daqui a pouco passa. Estou já em contagem regressiva.

PS1 - E o pior, não achei uma puta imagem da Cinderela trabalhando. Sonhos infantis são estúpidos! Cadê ela esfregando o chão e costurando as roupas das irmãs para o baile?

PS2 - Queria colocar uma frase do filme da Cinderela, pois gosto da história. Mas o que eu consegui lembrar foi 'Cinderela, jogue-me suas tranças'. Pois é. E a Rapunzel então deve ter andado em uma carruagem de abóbora com uma fada madrinha.


Thursday, October 19, 2006

Super sonhos

Adoro sonhar e lembrar deles pela manhã. Mesmo quando são pesadelos (como aconteceu hoje). Nesses sonhos eu sou uma super heroína, com direito a derrotar monstros, bandidos e a vilania em geral. Essa noite eu pilotava um helicóptero que às vezes se tornava um carro, matava vários bandidos que tentavam invadir a antiga casa da praia.

Apesar de toda essa demonstração de talento e força, no fundo eu estava com medo, e quando acordei assustada e não conseguia voltar a dormir, lembrei que ele estava do meu lado, e só foi preciso dar um abraço para me sentir segura e tranquila, e cair novamente no sono.

Tá, pensando melhor, mais do que sonhos e pesadelos com histórias lindas, românticas ou de aventuras, gosto mesmo é de ter ele do meu lado.

Wednesday, October 18, 2006

Cheia de idéias


Estou cheia de idéias ultimamente. Desde como otimizar meu tempo para rever grandes amigas (de quem eu ando cheia de saudades) até como melhorar o clima das pessoas da equipe, a fim de ganharmos (eu e os outros) mais qualidade de vida durante as quase 12 horas que passo trabalhando.

Também ando fuçando revistas de ginástica (embora não tenha voltado com toda força à academia) e de decoração (de repente senti uma vontade louca disso).
Espero que de tantas idéias eu consiga capturar uma e realmente colocá-la em prática.


Tuesday, October 10, 2006

Como é possível?

Sim, eu sei que toda criança vê alguns adultos, sejam seus pais, a Xuxa, o Sérgio Malandro ou até o Sílvio Santos como verdades modelos, ídolos até.

Passíveis de adoração ou de profundo e intenso respeito. Até determinado nível, eu acho isso super saudável, especialmente quando esses ídolos merecem essa adoração. Só que quando se cresce, percebe-se que nem tudo são flores, que a nave da Xuxa não levantava vôo de verdade e outros tantos mitos caem por terra.

Confesso que nunca tive muito disso na infância. Óbvio que adorei alguns "adultos" na minha vida particular e outros tantos da televisão, mas nunca mudei de atitude ou passei a venerar determinadas pessoas em função do que me era apresentado. Acho que sempre fui muito teimosa e com uma cabeça muito própria, até hoje tenho problemas em concordar com algumas idéias, por mais brilhantes que possam parecer.

Agora, o que dizer de uma pessoa já adulta, casada, que continua a agir como uma criancinha mimada e que acredita que determinadas atitudes de um "adulto" ainda são passiveis de suspiro e intensa admiração? E especialmente quando essas atitudes não são assim tão maravilhosas?

Pois é, me deparo com essa dúvida quase todos os dias, e especialmente agora nesse último mês, em que vejo minhas vontades e meus direitos sumirem, praticamente deixarem de serem reconhecidos como tal, para dar lugar a certos mimos e "coleguismos" - aos quais nunca me associei ou simpatizei.

Hoje, por exemplo, fui praticamente chamada de "ingrata" por dizer que checaria com ele como e quando poderíamos fazer o transporte dos eletrodomésticos. E não falei isso porque não estava a fim de pegar as coisas, ou porque eu sou terrível e sem consideração com as necessidades alheias, pois precisam deixar o apartamento vazio em uma semana.

Fiz isso pois não sou eu quem tem um carro ou força para transportar tudo ou lugar para armazenar, e precisaria ver, sim, com uma pessoa que iria dar a melhor resposta pois tem todos os meios para a solução desta questão.

Ah..ainda fui questionada onde moraríamos pelos próximos anos, até a chegada ao Oásis. Como assim é minha decisão? Então me chame de louca, porque até onde eu tinha entendido, e olha que essas coisas mudam com uma frequência maior do que o cérebro humano pode suportar, eu entendi que a decisão seria de outros, e dependia de uma série de fatores alheios ao meu desejo.

Se a decisão fosse minha já estaria tomada, eu já estaria em outro lado, e de preferência com cadeado nos meus armários, pois assim meus shampoos, cremes e condicionadores teriam uma vida mais longa, bem como minha paciência.

Enfim.. falta muito para chegarmos ao paraíso na Terra, mas ah, como eu quero que o tempo ande rápido.

Wednesday, October 04, 2006

Mundo cão

Vindo trabalhar, no curto caminho entre o estacionamento e o prédio, um senhor me pára e pede informações. Em termos de localização, estamos próximos a Ponte do Morumbi e ele quer chegar no Jabaquara (muito longe), especialmente quando o sujeito me diz que irá até lá caminhando. Não entendo nada de distância, aliás, nem sei como me deixaram pegar a carteira de motorista pois se me perguntar se uma determinada distância é 1 ou 10 metros, não sei responder corretamente.

De qualquer forma, segundo o narrador, ele veio com uma proposta de trabalho de motorista em SP, mas ao chegar no lugar, acharam-no velho (embora ele tivesse qualificação - ele chegou a me mostrar sua carteira de trabalho e de motorista).

Para tentar encurtar a história, ele está sem dinheiro, vagando há dois dias pela cidade, sem comer, sem direção e precisava chegar no Jabaquara e ir arrecadando dinheiro até lá para voltar de ônibus a sua cidade.

Fico pensando como qualquer pessoa sai de sua casa, de sua cidade natal em busca de trabalho, por mais promissor que seja, e não leva o mínimo de dinheiro, roupa ou contatos necessários para uma sobrevivência digna? Até porque mesmo que o emprego fosse garantido, demoraria um certo tempo até receber o salário, não é mesmo?

Mas acabo pensando (e talvez seja a única forma de eu entender tudo isso) que eu sou uma minoria nesse país. Uma pessoa que teve o mínimo de educação que permitiu que eu raciocinasse e soubesse me posicionar de uma determinada forma frente a inúmeras situações adversas ou não. Que quando alguém me oferece um emprego, eu analiso a proposta e tomo todas as providências para caso não consiga, não sair dessa pior do que cheguei. Que eu não sou ingênua o suficiente para pensar que uma oferta de emprego é garantia, que não preciso levar nada além da minha boa vontade para sobreviver.

Enquanto grande parte das pessoas desse mundo cão não foi formada (educacionalmente, digo) para ter uma capacidade de raciocínio mínimo, cuja ingenuidade beira a ignorância (e não é nada belo e poético como retratado em filmes nacionais), e cuja vida precisa tanto melhorar que se jogam em propostas vazias e em ciladas.

Só torço para que esse senhor chegue bem ao seu destino final, e saia dessa mais descolado e informado de como é o mundo real.

Tuesday, October 03, 2006

Para não falar de coisas sérias


Vou publicar um cartoon da Maitena pra evitar falar de assuntos sérios, ou de filosofar sobre minha vida e depois correr o risco de alguém ler e achar que é algo pessoal contra ela/ele.

Tuesday, September 19, 2006

Vergonha

Ultimamente estou com mais vergonha dos outros do que de mim mesma. E é fácil entender o porquê. Que país é esse em que um presidente de nada sabe?

Ou então de um empresário (pode-se dizer isso do Vedoin) bandido, sem qualque sinal de ética ou civilidade depois de ter sido no esquema das ambulâncias agora negocia em valores a exposição de outros novos ou velhos nomes de comparsas envolvidos, fazendo chantagem, vendendo notícia e pior, tentando ganhar mais dinheiro às custas do povo. Gente como eu que paga as contas em dia, acorda todo dia, trabalha feito um jumento, e ainda faz o milagre de não ter dinheiro na conta no fim do mês.

Pois é. Fico imaginando como na época de minha mãe e meus tios havia toda uma luta, um pesnsamento, uma ideologia de que sim, se poderia mudar o mundo, para melhor. Fazer algo diferente. O que aconteceu com o mundo, e não foi só o Brasi, para mudar tanto?

Hoje na Marginal Pinheiros aquele puta trânsito. Tudo o que eu queria era pegar um helicóptero. Mas não podia. E fiquei ali no trânsito. Enquanto isso um carro na minha frente teve a maravilhosa idéia de pular de uma das marginais (a grande) para a lateral (de menor velocidade) porque essa estava andando mais rapidamente. Só que para isso ele atropelou o canteiro, ferrou toda a suspensão do seu carro e ainda por cima causou o maior fuzuê pois queria entrar com seu carro, a 45 graus em uma pista veloz com vários carros vindo em velocidade máxima. Ou seja. Esperteza ainda é considerada uma virtude.

Quem conhece minha mãe provavelmente já ouviu ou ainda vai ouvir uma história minha que ela conta SEMPRE. Logo após ter regressado de viagem ao exterior, onde vi sim sinais de cidadania, civilidade e um politicamente correto exagerado, mas havia, fomos todos à praia no fim de ano.

Épcoa essa em que há trânsito, passa-se calor no carro e os pedágios abusivos não assustam ninguém. Era tanto o congestionamento que um carro fez a mesma coisa, desceu aquela divisão íngrime entre a pista da subida e descida da Imigrantes, e pegou o caminho de volta para a capital. No carro, eu - em pânico - gritei! Achei um abusrdo, falava "mãe, isso é proibido".

Pois é. No mundo dos espertos eu sou trouxa. Mas na minha educação e história de vida, faço isso para dormir tranquilamente à noite. Sabendo que estou no mundo dos justos.

Monday, September 11, 2006

A gota d´água

A gota d´água se aproxima. Juro que se receber mais um e-mail com mensagens do tipo "se vira" e "handle it for me, please" eu vou surtar.

E não me responsabilizarei pelos meus atos. Isso está se tornando insalubridade mental e física. Vamos parar por aqui.

365 dias!

É complicado colocar em um texto o que representam esses últimos 365 dias. Durante esse período minha vida mudou muito, para melhor e para pior, em determinados aspectos. Literalmente perdi algumas pessoas, e ganhei tantas outras.

Porém o mais importante é imaginar e relembrar o quanto eu mudei nesse último ano. Continuo a besta palhaça que alguns poucos conhecem, ou a profissional workaholic vista por outros, e quem sabe, devo ser outras coisas para tantas outras pessoas. Mas ao mesmo tempo acho que mudei para melhor: acho que sou mais parceira, mais amiga, mais compreensiva, e sem dúvida: muito mais feliz.

Claro que continuo egoísta, estranha, ciumenta e outras tantas características negativas e marcantes da minha personalidade. Porém houve um processo evolutivo. E devo muito disso à ele. Por sua imensa paciência e carinho quase sufocante (mas num excelente sentido), pelos momentos bacanas que passamos juntos, pelas mini-brigas que tivemos e que me deram a consciência de que não valem a pena. Pela família adicional que ganhei nesse relacionamento, pelos cachorros adotivos (sim, eu adoro aqueles cachorros) e pelos planos e sonhos já executados, em fase de execução ou que vão ficar para o futuro.

Só posso dizer que nesse último fim de semana tive a certeza de que algumas coisas que já sentia ou pensava se concretizaram. E estou mega feliz por conta disso. Mal posso ver a hora de colocar a mão na massa em algumas das coisas já acordadas entre nós.

Wednesday, September 06, 2006

mais alguém se sentiu assim?












Embora essa seja uma semana curta, me senti tão cansada e tão decepcionada com determinadas coisas! Em três míseros dias parece que fui atropelada por um caminhão-cegonha, atirada na beira da estrada na savana africana por onde passou uma manada de elefantes furiosos. Estou moída.

Wednesday, August 30, 2006

Não resisti e aderi

Há algum tempo quase comprei uma camiseta mega fofa com os dizeres "eu odeio yoga", com aquela letra típica de logomarca de academias desta prática. E já tinha tentando algumas vezes me contorcer inteira e entoar mantras, todas as vezes sem prática, e saindo da aula com uma vontade louca de ir para a aula de boxe.

Há algumas semanas fui literalmente empurrada porta a dentro para uma nova tentativa. Uma nova aula de yoga, com uma nova professora. E acreditem ou não - gostei. Talvez seja a modalidade, mais lenta, que exige maior força e concentração, do que os estica-e-puxas sofridos anteriormente. Talvez seja a professora, super bacana e paciente.

Quem sabe pode ser obra da minha atual vida, tão complicada e desgastante que os minutos de respiração profunda e de buscar energia e paz interna (sei que parece besteira, mas faz um bem danado) surtam efeito e me preparem para contorcionismos leves.

Ou seja, mudei de postura. Não digo que me tornarei uma yoga-holic ou yoga-freak de sair por aí pregando respirações e mantras e fazendo contorcionismo em público para provar os benefícios da prática (que sei lá quais são), mas certamente vou continuar fazendo as aulas, para tentar me concentrar mais em mim, ganhar força e flexibilidade na medida certa. Isso é, enquanto eu curtir fazer yoga.

Namaste!!

Tuesday, August 15, 2006

This hair

Eu sei que tenho mais o que fazer da minha vida, mas adoro ficar lendo blogs e outros sites meio trash que sempre com bom humor detonam as "celebeldades". Recentemente descobri esse aqui: www.thesuperficial.com

É ótimo, muito bacana. A escritora meio que detona a vida das pessoas e sempre morro de rir com alguns dos comentários sobre a vida que essas pessoas levam.

No meio do caminho deste site, de tanto ler os posts e me chocar com as fotos, me deparei com essa imagem da Nicole Richie (quando ela ainda tinha carne sobre os ossos). E resolvi que quero esse cabelo.

Monday, August 14, 2006

trabalhos duros

Tough, tough jobs. Estava lendo hoje uma matéria em que Victoria fulana, ex-Spice Girls, atual esposa do atacante inglês David Beckham está tentando engravidar novamente, desta vez de uma menina. E me pus a pensar: esse deve ser um trabalho muito, muito, muito difícil.

Uma coisa leva a outra, e cai a ficha - fazer uma lista dos trabalhos duros neste mundo:

- Ter a missão de dar herdeiros a homens bem bonitos e ricos e famosos
- Ser aquelas "celebeldades" cujo trabalho é aparecer sempre bonita e com roupas maravilhosas, em eventos badalados.
- Ser groupie de um ou dois tenistas (dentro de um já seleto grupo) e percorrer o circuito assistindo eles, já considerando uma amizade com os caras para entrar nas áreas exclusivas ou poder sentar e jantar ou tomar um cafézinho ou gatorade com eles.
- Gourmant/gourmet (desculpe a ignorância de terminologia) atrás de novos sabores e texturas para refeições .
- Testadora de novos produtos do Starbucks. Em Seattle.
- Descobridora de novos talentos musicais para uma gravadora bacana.
- Programadora musical de alguma rádio descolada. Pode ser de rádios online (estou fácil hoje)
- Testadora de esmaltes e de cremes para novas coleções ou novas composições (e daí que vez ou outra você fica com a cara vermelha. Provavelmente já testou algum make up bacana e dá para usar desta vez)

Acho que por hoje é só pessoal

Tuesday, August 08, 2006

Pergunta cretina












Como posso falar para alguém que o texto está horrível?
Ou pior, como falo que não se separa sujeito do predicado?
Isso tudo sem magoar a pessoa?

Tuesday, August 01, 2006

O dia continua e nada da minha cama

Bom, mais alguns desabafos do dia em que não deveria ter saído da minha cama. E não é por causa do frio que faz nessa cidade!

1 - Embora todos os demais funcionários desta área estejam, também, cansados, exaustos, estressados, dentre outras mazelas modernas corelacionadas com o trabalho, apenas uma pessoa consegue (SEMPRE) sair mais cedo pois padece de vários mal estares.

2 - Como uma pessoa é paga para trabalhar, em teoria, na comunicação interna de uma empresa, redigindo notas, comunicados, negociando com fornecedores ou diferentes áreas, passa o dia no telefone com amigas, ou então o dia na cafeteria do prédio ou então em um outro buraco negro, mas nunca, nunca, nunca, nunca no computador?

3 - Por que sou eu, que trabalho feito um caminho de soja em época de descarga em porto, a responsável por avaliar preços de produtos e serviços para o resto da família, enquanto há outras pessoas mais disponíveis, assim por dizer, para o serviço?

4 - E assim sendo, deveria eu cobrar pelos meus serviços de secretariado e agendamento de atividades? Qual seria o valor?

Quando o dia é assim

Sabe aqueles dias que você não deveria sair da cama? Pois é. Estou passando por um desses.
É bem fácil, na realidade, saber que você está em um desses dias maledetos. Tudo dá errado, as pessoas são muito mais absurdas do que normalmente, e pior, você tem vontade de chorar por tudo ou por nada. E sabendo que não é aquela semana da TPM.

E nesses dias, já que me levantei, tomei banho, pus uma roupa bacana e enfrentei a vida, e tudo o que apareceu pela frente, questiono algumas perguntas pertinentes a esses e outros dias em que meu poder de questionamento está aguçado. Lá vão elas:

1. Como uma empresa pode perder todo um histórico de processo da noite para o dia? E nem se desculpar por isso?

2. Por que em banheiros públicos (femininos, ao menos) com várias pias e torneiras, as pias das pontas - aquelas com os saches de sabonete são as ocupadas pelas pessoas escovando os dentes, e quando você só precisa lavar as mãos, e pega uma das pias do meio (vazias, devem sofrer algum tipo de preconceito) e pede licença para alcançar o sabonete (que também deve ser outro crime ecológico porque as mulheres te olham de um jeito) a pessoa que ocupa a pia com a escova nos dentes, dá uma afastada com um desgosto sobre humano?

3. Como pode uma pessoa saudável, inteligente e com curso superior completo, passar o dia no telefone com a família e amigos perguntando da saúde do cachorro, da maneira de se cozinhar uma costela ou qual a ppção para o restaurante do almoço do dia (em um horário tipo 10:30 da manhã). Essas conversinhas (chit-chats) seriam básicas e até bacana para pessoas que não trabalham. Já passar toda a manhã e boa parte da tarde discutindo isso enquanto nem finge que trabalha é demais. É me dar um pleno atestado de burrice por na realidade, trabalhar!!

Quero voltar para a minha cama.

Thursday, July 27, 2006

Monday, July 24, 2006

mundo fútil

Eu sei que adoro roupas, sapatos, bolsas, filmes românticos, chocolates, comida mexicana, mimos e acessórios. Sei que quando me reuno com as minhas amigas não discutimos sobre a possibilidade da expansão da "guerra" entre o Líbano e Israel. Não comentamos sobre o grau de ridículo que foi o convite de Fidel Castro à última reunião de cúpula do Mercosul.

Quem sabe às vezes discutimos o valor do dólar, a questão do mensalão/mensalinho e CPI dos sanguessugas. Quando estou com meu namorado tampouco nos reunimos para comentar sobre o possível desmantelamento do PCC na capital as repercussões sócio-econômicas que isso possa gerar. Ultimamente conversamos sobre os casos dos Richftofen e do casal novinho que foi morto na Grande São Paulo.

Tá OK, tenho opinião sobre todos esses tópicos e tantos outros, mas confesso que prefiro conversar de temas mais amenos e me sentir um pouquinho mais feliz nesse mundo sujo, poluído, inseguro, violento e corrupto.

Mas isso não me faz uma pessoa totalmente fútil. E talvez por isso, fique super chocada quando me deparo com pessoas que trabalham na mesma área que eu, na mesma empresa que eu, se reunam durante o almoço para conversar sobre a melhor posição para se tomar sol em praias descoladas e atrair o olhar dos homens ao redor. Ou então, do tamanho do decote estratégicamente selecionado para exibir o bronzeado. Também não exibiria para meus colegas de trabalho imagens de mim, bêbada, em uma festa, com direito a comentários sobre o corpo de homens presentes nas imagens.

Não eu que não pense nisso ou em outros tantos temas "menininha", mas não costumo discuti-los com pessoas do meu convívio que não são meus/minhas grandes amigos/amigas. Atire a primeira pedra quem nunca entrou em um site de fofoca ou de imagem de galãs da última copa do mundo. Mas tudo tem um limite, local e hora.

Certo? Ou não, será que estou virando uma careta sem medidas?

Monday, July 17, 2006

Better get used to it

Well, face it, it was about time to get used to this feeling. Some many things mixed that makes it hard to pinpoint an exact feeling or particular reaction to the breaking news.

Tomei uma das maiores invertidas da minha vida. E olha que nem imaginava que ela fosse possível. Mas talvez tenha sido melhor mesmo. Iniciar a compreender o significado das palavras e da falta das mesmas. Aprender a valorizar a si próprio.

Mas foi foda. Por 2 horas. Depois passou. Já quase esqueci de tudo. Ainda bem que tenho cérebro seletivo. A pouca memória me ajuda a eliminar os conteúdos inconvenientes. Thank goodness.

Amor, obrigada por sempre me dar o seu ombro amigo e carinho precioso.

Monday, July 10, 2006

No mundo cultural

Nunca cobri e nem sei se teria bagagem cultural e intelectual suficiente para cobrir histórias e matérias culturais. Copnfesso que não tentei ler Ulysses de James Joyce - dele, só li um livro de contos, rapidinhos, sobre a vida em Dublin. Tenho uma certa ignorância com determinados gêneros musicais e certamente se tivesse que fazer uma resenha de algum assim, sairia um desastre ou pasaria semanas viradas, a base de muito café, em busca do tão sonhado conhecimento.

No entanto, se tivesse que fazer resenhas de programas de TV ou cultura pop, quem sabe, literatura e mundo cultural latino, aí sim eu me sentiria feliz. Sou viciada em reality shows. Não só nos BBBs da vida, mas todo e qualquer programinha de meia hora que as pessoas topem expor suas vidas ou anseios. Quer programa mais americano e de "loosers", mas que na verdade não são tão loosers assim que o "MADE"??

Eu adoro esse programa (ah... para quem não sabe, passa na MTV). Trata-se de pessoas regulares, normais, ordinárias que topam entrar em um super programa para atingir um objetivo mega inalcanlçável e no meio do caminho descobrem que se sentem melhor em seus próprios sapatos, por assim dizer.

Outro dia teve de um rapaz bem gordo, super meninininha, cujo sonho era se transformar em jogador de futebol da escola (high school). E veja bem, esporte no colegial é levado muito seriamente, bem diferente do que é apresentado nas escolas de elite aqui em SP, pelo menos, em que as meninas não querem jogar nada mais do que volei, e olha só, não seja tão agressiva no jogo para não marcar meu braço ou quebrar minha unha. Em vários episódios, você ve umas garotas que poderiam se passar por garotas medianamente populares ou normais em qualquer lugar do mundo, mas nos EUA, coitadas são mega excluídas e seus sonhos são serem as líderes de torcida da escola. Poor people!!

Em alguns casos, os técnicos das modalidades ou estilos de vida escolhidos são tão bons que eles conseguem se transformar no que querem, ou chegam bem próxmos aos seus sonhos. Fico imaginando quem teve a idéia (genial) de desenvolver esse programa, quem topa entrar para ele, e como é o processo de seleção das cartas, dos técnicos, enfim. Será que realmente essas pessoas precisam desse incentivo, em cadeia nacional, para verem que são bacanas como nasceram??

Eu acho que sim. Para muita gente, tudo é questão de aprovação aos olhos terceiros. Não basta a mãe e o pai falarem que você é legal do seu jeito, ter uma meia dúzia de amigos que concordam com suas opções e gostos particulares. É preciso ter o "auxílio" de um treinador, supostamente fera na área que se quer dominar, para essa pessoa falar para o sujeito "estou orgulhoso do seu desempenho". É assim que funciona a sociedade americana.

Outro programa que eu adoro é aquele de competição ao redor do mundo por um prêmio de
US$ 1 milhão. É bem bacana. E a atual edição do programam é para famílias percorrerem, o que acredito ser os EUA, e não o mundo, mas não sei porque perdi o primeiro episódio qual será o roteiro. Se com as duplas, das edições anteriores, os telespectadores encontravam vilões, mocinhos, casais desfuncionais, com famílias então, acredito que essa temporada promete. Meu sábio avô já dizia você só conhece alguém depois do primeiro porre e depois de uma viagem. Daí o apelo de tantos casais, em fase de pré-noivado ou casamento, quererem participar do show (claro, tirando o prêmio gigante da equação né).

Eu particularmente acho que fazer viagens é um ótimo caminho para aprender melhor como é a outra pessoa e vislumbrar como será uma possível vida a dois. Acertar o lado da cama, ver como cada um reage ao trânsito na estrada, a lugares ou idiomas pouco familiares ou hospitaleros, enfim, todas as pequenas coisas que dão mais união a um casal. Mas viajar concorrendo a um milhão de reais, eu só faria com alguém com quem não queria testar nada, e sim, os nossos limites para tentar chegar o mais próximo possível desse prêmio.

Em outro braço cultural, estava lendo sobre uma nova cantora, super em ascenção inglesa, qu começou seu sucesso e seu fã-clube na internet. Nunca ouvi falar, antes disso, ou escutei algo da cantora Lily Allen, mas confesso que estou tentada a procurar algo dela na rede. Não sei qual é a grande comoção em relação a ela, uma vez que a americana Michelle Branch surgiu da mesma forma. E eu, na época, grande fã do Napster e companhia, procurei suas músicas e fiquei fã. É tudo a mesma coisa, só que os destaques dados são bem diferentes.

Talvez seja o timming.

Tuesday, July 04, 2006

Ipodada

Pois é.. ganhei o meu iPod de aniversário. E me apaixonei por ele, pelos serviços e funcionalidades. A qualidade de som é excelente e o design.. é o máximo mesmo, igualzinho ao que eu tinha pensado.

Depois de tanto cobrir o aparelho, a empresa, suas novidades, guerras competitivas e cadeia de negócios, ganhei o meu!!

Monday, July 03, 2006

O retorno

Não gosto particularmente destes posts gerais, cheios de dados e curiosidades depois desse prolongado afastamento, mas finalmente consegui uns 15 minutinhos livres e aí vou desembuchar tudo mesmo.

Sobre meu aniversário - valeu para ver quem se lembrou, quem curte uma balada e quem são os verdadeiros amigos. Gracias chica, por tu amistad y compania.

Sobre a vida - "deixa a vida me levar", já dizia Zeca Pagodinho. Tô meio sem planos, sabe? às vezes penso em tocar minha pós, às vezes penso em entrar no Vigilantes do Peso. Em outras ocasiões, quero virar dondoca e passar o dia fazendo massagens, manicure e cabelereiro. São raras as ocasiões em que quero disputar a maratona de Nova York.

Sobre o amor - ele é lindo, ele está lindo!!! Já dizia Jill Scott "relationships get ill, no doubt". É isso mesmo, tem dias que as coisas estão bárbaras, que um olha ou fala com outro e se renova aquela certeza de que duas almas são e podem ser, durante muito tempo, compatíveis. Já em outros momentos, quando não se vive isolado no Tibet ou na Mongólia, as pessoas se cansam umas das outras, colocam para fora todas aquelas neuras e manias capazes de corroer até as facas Ginzu. Ou seja, é um relacionamento saudável, longo e estável.

Divagações gerais -
Uma pessoa pode se enganar durante quanto tempo? Qual a duração de uma vida repleta de enganos pessoais, e não me refiro à escolha de uma roupa cafona, uma cor de cabelo terrível ou amigos. Refiro-me a escolhas do porte de carreira profissional, pessoa com quem quer compartilhar o resto da vida, medos supostamente superados, esse tipo de coisa.

Estou em um momento muito particular, em que desejo refletir sobre esse tipo de situação. Conheço pessoas próximas a mim (dos 20 aos 50 anos) que estão morrendo de tristeza com a duvida da escolha profissional, ou então que estão se questionando sobre relacionamentos duradouros amorosos (ou não tão duradouros assim), ou que perdem o sono a noite com o dilema dos próximos passos, com a educação dos filhos, com uma culpa incrível por ter se enganado sobre o que considerava ser melhor para si próprio.

Tenho uma teoria particular de que você pode enganar e trair o mundo todo durante toda uma vida, mas nunca conseguirá se enganar por muito tempo. Tenho uma amiga que era uma pseudo maluca-alternativa, enchia o caneco todas as noites, ficava com vários homens (sempre maravilhosos, confeso), dando espaço para seus sonhos e taras sexuais mais liberais. Quando primeiro a conheci, achei ela bárbara, tão bem resolvida, tão moderna, tão independente. Pensava coitada de mim, que tem manias, pudores e paixões românticas.

Para quem olhava de fora, ela é uma menina "moderna", ou dependendo das mentes mais ou menos fechadas, era uma menina "dada". Para olhos externos, ela fazia isso tudop sem o menor arrependimento, nem nada. Só que apenas ela, e só ela, pode comentar o quão mal isso fazia para si própria, porque ela não acreditava nessa "liberdade" toda. Ela julgava que ao fazer isso, ela estaria se transformando em alguém mais descolada, alguém diferente dela. Mas não conseguiu e hoje em dia leva uma vidinha normalzinha, noiva de um rapaz super careta!!!

Enfim, recado aos navegantes: sempre confie em si mesmo e não se engane.